O cuidado mais importante para quem faz alisamento é saber com que fórmula de outro produto o alisante usado anteriormente é compatível. A base química precisa ser a mesma. Por exemplo, se a formula atual é à base de tioglicolato de amônia, não se deve usar depois um alisante à base de hidróxido de sódio ou de cálcio. Além disso, produtos à base de metal ou de vegetais, como o henê, são incopatíveis com outras fórmulas.
Quebra dos fios
A química pode fazer com que os fios se partam quando feita de maneira inadequada. Isso acontece, por exemplo, se a ação do produto alisante for forte demais para o tipo de cabelo. Portanto, é fundamental um teste prévio em uma pequena mecha para ajudar a decidir entre as fórmulas suave, normal ou forte.
Função do neutralizante
Este produto é aplicado após o alisamento para impedir que o ativo químico continue agindo, religando as pontes de cistina, o que firma o novo formato do cabelo.
Melhor alisamento
Qualquer tratamento químico pode danificar o cabelo em maior ou menor grau. Porém, para garantir a saúde dos fios, depois de aplicada a técnica, é indispensável que eles recebam, com frequencia, hidratações e reestruturações para repor as substâncias perdidas durante o processo. Ceramidas, aminoácidos e proteínas são ótimos ativos, assim como óleos vegetais e silicones também são de grande ajuda, pois fecham a cutícula, devolvendo o brilho e a maciez ao cabelo.
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