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	<title>Revista Afro &#187; Entrevistas</title>
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		<title>Paula Lima</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 01:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucioleonardo</dc:creator>
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Quem vê Paula Lima na bancada de jurados do programa “Ídolos”, da Rede Record, fica curioso para conhecer a trajetória desta cantora brasileira tão exuberante. Nada mais natural, afinal, seriedade e paixão ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Diva do Balanço</strong></p>
<p>Quem vê Paula Lima na bancada de jurados do programa “Ídolos”, da Rede Record, fica curioso para conhecer a trajetória desta cantora brasileira tão exuberante. Nada mais natural, afinal, seriedade e paixão pela música a acompanham desde a infância. Aos três anos, Paula já acordava cantando. <span id="more-1640"></span> “Dos sete aos 17 anos, estudei piano erudito e sempre comandei as festinhas da família”, conta ela que, ao conhecer o portal REVISTA AFRO.COM, enfatiza: “Quanto mais informação e amplitude sobre o assunto melhor para todos, independentemente de cor”.</p>
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<p>Dona de uma voz marcante e aveludada, a história desta paulistana não poderia ser diferente, mas olha que ela quase vira promotora, já que é formada em direito. O primeiro trabalho solo, “É Isso Aí”, de 2001, ganhou destaque nas rádios com a faixa homônima, tornando-se sua marca registrada: samba, passando pela bossa, soul, jazz, MPB e rock. “A repercussão foi tão positiva que rendeu uma indicação ao Prêmio Multishow, na categoria Revelação”, lembra.</p>
<p>A partir daí os álbuns que vieram deixaram claro que o talento de Paula é concreto e real. Nos versos da composição de Jorge Benjor, que falam “&#8230;no meu guarda-chuva não te levo mais&#8230;”, veio a consagração como Diva do Swing, Diva do Balanço! Paula Lima integrou bandas como Unidade Móvel e Unidade Bop (ao lado de Will Robson e Eugenio Lima), Grêmio Recreativo Amigos do Samba-Rock, Funk e Soul (Skowa) – quando teve seu primeiro contato com o mestre Jorge Benjor, participando da gravação do álbum &#8220;23&#8243;, nas faixas &#8220;Princesa&#8221; e &#8220;Engenho de Dentro&#8221; – Zomba e Funk Como Le Gusta.</p>
<p>O mix de sua experiência musical resultou no lançamento, em 2009, do CD e DVD “Sambachic”, pela gravadora IRecords/Warner Music Vision. “A idéia surgiu de levar aos palcos minhas canções, somadas com as de grandes mestres do samba, com arranjos novos e contemporâneos”, explica. As composições contam com o talento de Jorge Benjor, Seu Jorge, Ana Carolina, Mart´nalia, Zélia Duncan, Arlindo Cruz, entre outros. As participações de Seu Jorge, Toni Garrido e Dona Ivone Lara completam o time de peso.</p>
<p>Com apresentações no Brasil e no exterior, Paula fez uma turnê, no final de 2009, no Japão. “É apaixonante e desafiador cantar para um novo e inédito público. E é delirante, emocionante, sentir a reação deste ao se envolver com a música brasileira contemporânea”, declara.</p>
<p>Um novo desafio para Paula está sendo interpretar a protagonista de “CATS”, o segundo musical mais visto do mundo, que trouxe diretores e parte da equipe da Broadway para a montagem brasileira. O destaque fica com a protagonista Grazibella, personagem de Paula, que tem seu auge cantando “Memory”. A peça está em cartaz em São Paulo, já com temporada prolongada, e estréia em outubro no Rio de Janeiro.</p>
<p>E, como não poderíamos deixar de citar, a diva ainda acha tempo para integrar a banca de jurados do programa “Ídolos”, dos criadores do “American Idol”, da Frementale em parceria com a Rede Record, e, de forma muito peculiar, dá seu veredito. “É um tremendo prazer participar de um programa verdadeiramente musical, interessante, ouvir novas vozes, conceitos e somar para a música popular brasileira.”</p>
<p>Para completar, Paula está na trilha da novela “Ribeirão do Tempo”, também da Record, com a música “Ela é a Tal”, presente dos compositores Zeca Baleiro e Lúcia Santos, que é tema da protagonista Arminda, personagem de Bianca Rinaldi.</p>
<p>Vaidosa dentro da normalidade, como ela mesma diz, Paula gosta de se sentir bem: “Faço limpeza de pele uma vez por mês, tomo diariamente iogurte desnatado, faço ginástica quatro vezes por semana e vou começar a fazer drenagem linfática e aulas de jazz. Eu só quero mesmo é ser saudável e feliz”.</p>
<p>E, mesmo neste ritmo, Paula não para. Ela vai lançar o seu próximo trabalho no final deste ano. Portanto, preparem-se para cair logo,logo no balanço com a diva novamente.</p>
<p>Reportagem: Cida Farias<br />
Fotos: Divulgação / Assessoria Márcia Stival</p>
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		<title>Luciana Mello</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 20:53:37 +0000</pubDate>
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Nos palcos desde os seis anos de idade, a cantora Luciana Mello acaba de estrear como apresentadora do programa “Almanaque Brasil”, exibido pela TV Brasil e TV Cultura. O programa ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A cantora ganha programa na TV</strong></p>
<p>Nos palcos desde os seis anos de idade, a cantora Luciana Mello acaba de estrear como apresentadora do programa “Almanaque Brasil”, exibido pela TV Brasil e TV Cultura. O programa trata da cultura e da memória nacional, trazendo curiosidades e a sabedoria popular brasileira. “Está sendo uma experiência muito legal, pois estou trabalhando com pessoas muito competentes e inteligentes. <span id="more-1572"></span> Eu diria que é um programa necessário na vida de todos nós para que saibamos um pouco mais sobre o Brasil e os brasileiros”, diz.</p>
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<p>Depois de realizar o sonho de ser mãe, com o nascimento de Nina, em maio de 2009, Luciana uniu-se ao irmão Jair Oliveira e juntos lançaram, no início deste ano, o DVD/CD do projeto “O Samba Me Cantou”. Gravado no auditório Ibirapuera, em São Paulo, ainda durante a gravidez de Luciana, o álbum traz um repertório que reúne diversos compositores da música popular brasileira. Com direção musical dos irmãos e arranjos de Jair Oliveira, o projeto destaca clássicos do samba, como “Coração Leviano”, “Rosa”, “Tristeza Pé No Chão”, “Orgulho De Um Sambista”, além de canções contemporâneas: “Samba da Doca”, “Tempestade em alto Mar”, “Dor De Ressaca”. “Agora, já estou trabalhando no meu próximo CD, que será lançado, provavelmente, no começo do ano que vem”, adianta.</p>
<p>Luciana sempre investiu em sua carreira, dedicando-se a aulas de música e de dança, e cursos de teatro e cinema. No teatro, já participou dos musicais &#8220;Pocket Brodway” &#8220;Blood Wedding&#8221;,&#8221;O Rei e Eu&#8221; e do projeto de humor &#8220;Nunca Se Sábado”. Na música, além de seus trabalhos solos, participou com sua voz marcante de discos de grandes nomes da música brasileira, como Jair Rodrigues, Luiz Melodia, Tom Zé e Sandra de Sá. Para a cantora, seu pai é uma espécie de consultor. “Sempre que surgem algumas dúvidas sobre música brasileira, recorro a ele. Brinco que o Jair Rodrigues é uma enciclopédia ambulante sobre esse assunto”, conta.</p>
<p>Os discos solos contabilizam um total de cinco. O primeiro, “Luciana Rodrigues”, foi lançado quando a cantora tinha apenas 16 anos, em 1995, pela gravadora Movieplay. Tem música inédita de Jorge Ben Jor e participação especial de Emílio Santiago. Este CD conta também com duas músicas produzidas pelo seu irmão Jair Oliveira, na época recém formado da Berklee College of Music de Boston, e que viria a produzir seus próximos discos. “Somos muito parceiros e nos entendemos muito bem.”</p>
<p>Em 1998, Luciana participou do projeto “Artistas Reunidos” ao lado de Jair Oliveira, Daniel Carlomagno, Wilson Simoninha, Max Castro e Pedro Mariano, que rendeu um CD registrado ao vivo no ano seguinte. Depois disso, vieram os álbuns: “Assim Que Se Faz”, em 2000; “Olha Pra Mim”, em 2002; “L.M”, em 2004; e “Nêga”, em 2007, gravado de forma independente pelo selo &#8220;S de Samba.</p>
<p>Determinada e com muito amor pelo que faz, Luciana, que está com 31 anos, leva qualidade, conceito musical, espontaneidade e beleza por onde passa. Negra com orgulho, a cantora é firme quando o assunto é preconceito racial: “Na música, acho que não há tanto, mas na dramaturgia, na publicidade e no dia a dia tem bastante, infelizmente. Tenho pena de quem se acha no direito de julgar os outros, ainda mais quando isso é baseado na cor da pele”.</p>
<p>Para manter a beleza natural, a cantora há alguns anos adotou os cabelos crespos soltos. Ela considera-se vaidosa, mas não em excesso. Cuida da alimentação, toma bastante água e pratica esporte. Em perfeita forma, Luciana tem seus closes mais bonitos clicados pelo marido, o fotógrafo Ike Levy. Tudo com muito amor, claro.</p>
<p>Por Cida Farias<br />
Fotos: Divulgação / Ike Levy</p>
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		<title>Adriana Alves</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 23:35:45 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Elegante como uma condessa</strong></p>
<p>“Acho muito bom tudo que oferece uma interatividade com o público, não só em relação à cultura negra, porque nosso país é misto, mas em geral. Parabéns à equipe do portal Revista Afro pela iniciativa de levar mais conhecimento às pessoas, que ganham com novas descobertas”, declara a atriz Adriana Alves, uma das musas negras do Brasil.<span id="more-1484"></span></p>
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<p>Paulistana, Adriana começou a trabalhar aos 17 anos como manequim vivo, recepcionista em eventos e dançarina. O interesse pela atuação aconteceu quando tinha 19 anos e foi assistir a uma aula de teatro na Associação CHEHFA. Fascinada, decidiu investir na arte de interpretar. Formou-se pelo Sated (Sindicato dos Artistas de São Paulo) como atriz, mas optou também pela faculdade de Publicidade e Propaganda pela UNIBAN (Universidade Bandeirantes).</p>
<p>A primeira peça veio em 1998, “O Sorriso do Palhaço”, e de lá pra cá Adriana não parou mais: teatro, televisão e cinema. Em junho, estreia a comédia musical “Agostinho dos Santos e de todos nós”, no Shopping Eldorado, em São Paulo. “É sobre esse cantor brasileiro que fez muito sucesso nos anos 60 e deixou um arquivo riquíssimo”, adianta.</p>
<p>A atriz apareceu na telinha em 2002, no seriado “A Turma do Gueto”, da Record. Já na TV Globo, atuou em “Celebridade”, “Como Uma Onda” (2005) e em “Duas Caras” (2007). Na primeira fase da novela, ela viveu Morena, a namorada de Juvenal Antena (Antonio Fagundes) e depois voltou à Portelinha como a estonteante condessa Finzi-Contini.</p>
<p>No cinema, Adriana destaca sua participação no longa “Besouro”, em 2008, do diretor João Daniel Tikhomiroff, interpretando Oxum, o Orixá dos rios e cachoeiras. “Foi um desafio filmar debaixo d’água”, lembra. Ainda para as telonas, a atriz trabalhou recentemente em “As Doze Estrelas” e em “O Último Vôo do Flamingo”, que contou com locações em Moçambique. “Foi maravilhoso trabalhar na África, fazer uma mudança radical de hábitos e interagir com as pessoas. Esse filme deve ser lançado ainda no segundo semestre deste ano na Europa e no Brasil”, acredita.</p>
<p>Casada há  quase três anos com o chef de cozinha e apresentador de TV Olivier Anquier, Adriana gosta de conciliar no dia-a-dia seu trabalho de atriz com as tarefas de dona de casa. “Gosto de ir ao supermercado, por exemplo, mas não deixo de estudar, ensaiar”, conta ela. Os cuidados com a beleza e a saúde também têm um tempinho reservado. “Na academia, faço exercícios aeróbios, como esteira, bicicleta e spinning, e localizados, combinando com tratamentos em clínica de estética, onde sou adepta de drenagem linfática e de uma boa drenagem corporal”, entrega.</p>
<p>Aos 33 anos e com um corpo escultural, a atriz também opta por uma alimentação equilibrada. “Acredito que podemos fazer um pouquinho de cada coisa para ser feliz. Não deixo de comer nada que tenho vontade. Se tenho um bom café da manhã naquele dia, procuro comer alimentos menos calóricos nas outras refeições para compensar”, ensina.</p>
<p>Para cuidar da pele, que fica mais seca no inverno, Adriana recorre aos cremes com concentração de vitamina E e óleo de amêndoa. “Também gosto de esfoliar o rosto uma vez por semana e fazer drenagem facial”, complementa. Já os cabelos, que são crespos e delicados, recebem hidratação uma vez por semana em casa e reconstrução no salão, pelo menos de duas a três vezes por mês no salão. “Gosto de ousar, por isso procuro mantê-los sempre bem-tratados, assim não me arrependo”, declara Adriana, simpática e bela como ela só.</p>
<p>Reportagem: Cida Farias</p>
<p>Fotos: Marcelo Garcia / Divulgação</p>
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		<title>Toni Garrido</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 20:10:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucioleonardo</dc:creator>
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O cantor, ator e apresentador Toni Garrido, 42 anos, está mergulhado em novos projetos. Depois de deixar a banda Cidade Negra, em 2008, lançou o seu primeiro álbum solo no ano ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Amor a todas as artes</strong></p>
<p>O cantor, ator e apresentador Toni Garrido, 42 anos, está mergulhado em novos projetos. Depois de deixar a banda Cidade Negra, em 2008, lançou o seu primeiro álbum solo no ano passado e agora resolveu se aventurar novamente na dramaturgia.<span id="more-1314"></span></p>
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<p>Toni vive o advogado Frazão, amigo do protagonista Claude Antoine, interpretado por Cláudio Lins, na recém-lançada trama do SBT, “Uma Rosa com Amor”, de Tiago Santiago. Seu personagem é espirituoso, irônico e muito bem-humorado. O ator está muito contente em atuar ao lado de nomes como Betty Faria e Jussara Freire. “O elenco está bem misto, tem muitos veteranos e uma galera jovem também. É uma troca e a gente se diverte muito”, revela.</p>
<p>Para viver o personagem, Toni cortou o cabelo, mas não abriu mão das tranças. “Elas ficaram mais curtas e comportadas”, brinca. Além da mudança no visual, o cantor se mudou para São Paulo por conta das gravações. Acostumado a transformações, acha válido. “Qualquer mudança é legal para renovar as energias. Apesar de ficar distante da minha família, que continuará no Rio, vou aproveitar e conhecer melhor São Paulo, onde só estive de passagem. As meninas vêm de vez em quando aqui para me darem um beijinho”, diz referindo-se às filhas e à mulher, a estilista Regina Coelho.</p>
<p>Em 2009, Toni lançou seu primeiro CD, “Todo meu canto”, após a saída do grupo Cidade Negra, no qual foi vocalista por 14 anos. Foi com muita surpresa que a MPB recebeu a notícia de que Toni Garrido deixaria sua banda para seguir carreira solo. Mas o cantor não deixou de lado a música. Na trilha sonora da novela em que atua, há uma composição dele, “Todos os amigos perto de mim”.</p>
<p>Com a co-produção assinada por Liminha, Toni mostrou-se mais versátil, passeando entre os gêneros como funk, soul, MPB e rock. “Está um pouco diferente do que era produzido com o Cidade, que fazia uma coisa mais voltada para o reggae nacional. Tem inclusive uma parceria com o músico George Israel na canção ‘Trevo de quatro Folhas’”, disse o cantor, que quer fazer música sem se prender a rótulos.</p>
<p>Uma característica de Toni é a versatilidade. A carreira de Antonio Bento da Silva Filho começou na Banda Bel, como vocalista e gravou a música &#8220;Romário&#8221;, em homenagem ao jogador. Em 1994, Toni<strong> </strong>foi convidado para trabalhar no grupo de reggae Cidade Negra, levando um perfil mais pop e dançante. Antes de entrar para o mundo artístico, porém, Toni formou-se em fisioterapia e educação física. Quando criança foi criado por Ofélia, de uma família de classe média do Rio de Janeiro, Garrido, cuja casa sua mãe biológica trabalhava como empregada doméstica. Ofélia cuidou do menino e o ajudou nos estudos.</p>
<p>Enquanto esteve à frente do Cidade Negra, mesmo tendo que cumprir uma agenda de shows, arrumou tempo para se dedicar aos filmes “Orfeu” e “Fados” e apresentar o programa de talentos musicais “Fama”. O mesmo acontece agora. Mais maduro, continua abraçando as várias maneiras de demonstrar amor às artes. “Elas continuam sendo meu amor, meu trabalho e onde eu deposito a minha fé”, declara Toni.</p>
<p>Reportagem: Cida Farias / Adriana Petersohn<br />
Fotos: Divulgação</p>
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		<title>Aparecida Petrowky</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 17:31:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucioleonardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma história de novela
Quem imaginaria uma jovem que escolheu a carreira de fisioterapeuta fosse parar nos palcos e nas novelas? Esta foi a trajetória de Aparecida Petrowky, de 27 anos, que está no ar em ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma história de novela</strong></p>
<p>Quem imaginaria uma jovem que escolheu a carreira de fisioterapeuta fosse parar nos palcos e nas novelas? Esta foi a trajetória de Aparecida Petrowky, de 27 anos, que está no ar em “Viver a Vida”, interpretando a polêmica Sandrinha.<span id="more-1217"></span></p>
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<p>“O teatro foi uma prescrição médica”, brinca ela, que iniciou aulas de interpretação e linguagem corporal para vencer a timidez de falar em público. O problema surgiu ainda na faculdade, quando ela não conseguia sequer apresentar um trabalho na sala de aula.</p>
<p>Cida, como é conhecida na intimidade, passou pelo Tablado e Teatro dos Grandes Atores até perceber que estava tão envolvida com as aulas, que resolveu concluir outra faculdade: a de artes cênicas. Após passar um ano em Londres, ela voltou com uma peça de teatro assinada para o público infantil, “Zeluda, uma Zebra Cabeluda”. Essa foi sua primeira peça e último trabalho nos palcos, antes da novela.</p>
<p>Na trama de Manoel Carlos ela interpreta uma jovem de classe média que se apaixona por um rapaz de comunidade carente que não quer nada com o trabalho. Para viver esse papel, Cida teve a ajuda de um grande amigo, que fez seu currículo chegar às mãos de Maneco. “Para mim, é o melhor autor do planeta. É sensível às mudanças da sociedade e entende como ninguém o universo feminino”, elogia.</p>
<p>Cada capítulo traz uma novidade e Cida vem curtindo tudo isso. “Estou me acostumando com a fama, com a repercussão do personagem da novela e o carinho das pessoas”, conta. Mesmo assim, a atriz mantém alguns costumes. Ainda consegue pegar ônibus para ir ao Projac e aproveita o percurso de Ipanema, onde mora, até Jacarepaguá, onde grava, para decorar seus textos.</p>
<p>Sua simplicidade de viver a vida é impressionante. Nascida e criada entre os bairros de Santa Cruz e Sepetiba, no Rio, a vida de Cida mais parece uma novela. Sua mãe biológica tinha 15 anos quando engravidou. Sem condições de criar a filha, deixou-a com sua irmã de criação. Quando tinha uns cinco anos, a atriz conheceu sua mãe e costuma dizer que teve duas famílias. No total, tem cinco irmãos. Aos 18 anos, resolveu morar sozinha, na Zona Sul, e fazer faculdade de fisioterapia.</p>
<p>No início da novela, Cida chegou a ser comparada à cantora Rihanna, com seu penteado idêntico e seu rosto meigo. “Não foi de propósito, mas esse negócio de Rihanna pegou. No início eu não achava, mas depois, olhando bem as fotos e os vídeos dela, percebi que parecia mesmo”, admite.</p>
<p>Reportagem: Cida Farias / Adriana Petersohn<br />
Fotos: Divulgação / TV Globo</p>
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		<title>Negra Li</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 16:15:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucioleonardo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A volta da diva da black music</strong></p>
<p>Depois de viver a emoção da maternidade, com o nascimento de sua filha Sofia, em agosto do ano passado, Negra Li se desdobra entre os cuidados com o bebê e a carreira de cantora. Acaba de fazer uma seqüência de shows em São Paulo para a gravação de um DVD e prepara um novo CD que deve compilar as principais parcerias que já fez.<span id="more-1174"></span></p>
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<p>O ano de 2009 foi profissionalmente marcante não só na vida pessoal da diva da black music como na profissional. Depois de gravar ao lado do rapper americano Akon, no México, gravidíssima, fez uma participação no filme “400 contra 1 – A História do Comando Vermelho” e matou as saudades de fazer cinema. Li fez o maior sucesso quando estreou o filme “Antônia” em 2004. Logo foi adaptado para a TV Globo em 2006, contando a saga da música negra na periferia de Brasilândia, bairro de São Paulo onde nasceu. Sua história de perseverança comoveu o Brasil, mostrou todos os preconceitos que teve que enfrentar.</p>
<p>O fato de ter um espaço para divulgar a cultura negra, como o RevistaAfro é uma vitória. Para Li, o site é completo, visualmente atraente e diversificado. “Gostei das dicas, são bem atuais”, elogia.</p>
<p>A voz suave é uma característica marcante de Liliane de Carvalho, seu nome de batismo. Com isso, constantemente recebe convites de grandes feras da música, como Caetano Veloso e Nando Reis para uma parceria. Suas músicas com mensagens de romance volta e meia tornam-se temas de novela. E para conservar o timbre, Li tem cuidado especial com a voz. “Antes dos shows, gosto de descansar bastante e evito falar demais. Também como coisas leves. Não bebo gelado, não fumo, bebo bastante água para hidratar a voz e faço aqueles famosos exercícios para as cordas vocais”, conta.</p>
<p>Casada com o também músico Carlos Créssio Júnior, Negra Li, que está com 30 anos, já pensa em outros filhos. Ele, que compartilha da mesma idéia de encher a casa, não desgruda de Sofia e é um chamego só. Depois da gravidez, Negra conseguiu manter seus 56kg distribuídos em 1m70. Mas isso só foi possível devido alguns cuidados que a cantora toma. “Não como carne vermelha e evito frituras. Gosto de peixe e frango grelhados e procuro me alimentar de três em três horas. Verduras e legumes estão sempre no meu cardápio, adoro quiabo”, avisa. Além dos cuidados na alimentação, Negra Li gosta de se exercitar. “Pratico Muay Thai, uma luta tailandesa de defesa pessoal, faço dança e malhação.”</p>
<p>Mudanças são sempre bem-vindas no visual de Negra Li. Ainda mais se for nos cabelos. Já usou fios alisados, já assumiu o black power, já usou cachos e está sempre buscando um visual que segundo ela, combine com seu momento.  Independentemente de mudanças, alguns cuidados são frequentes. “Hidrato os cabelos toda semana, uso xampu e condicionador da Avlon e uso todos os dias produto sem enxágüe. Ando sempre com um pente especial na bolsa para levantar o black power”, diverte-se.</p>
<p>Reportagem: Adriana Petersohn (Cida Farias Comunicação)<br />
Fotos: Divulgação</p>
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		<title>Lica Oliveira</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 22:27:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucioleonardo</dc:creator>
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A atriz foi jogadora de vôlei e jornalista antes de atuar
Foi com a mesma elegância e charme que empresta a seus personagens que a jornalista Lica Oliveira chegou à dramaturgia.


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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os caminhos de Lica Oliveira</strong></p>
<p>A atriz foi jogadora de vôlei e jornalista antes de atuar</p>
<p>Foi com a mesma elegância e charme que empresta a seus personagens que a jornalista Lica Oliveira chegou à dramaturgia.<span id="more-1096"></span></p>
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<p>Em entrevista ao portal, a atriz fala de seu papel na TV, seu esporte, o vôlei, sua vida pessoal e seus planos para 2010. Ela define como importante cada espaço conquistado para divulgar a cultura negra, como o REVISTA AFRO, de forma que, cada vez mais, ela possa ser identificada como cultura brasileira.</p>
<p>No ar na novela <em>Viver a Vida</em>, a intérprete de Judite, mãe das atrizes Taís Araújo e Aparecida Petrowky na trama, chamou atenção ao entrar nos estúdios da TV Globo para fazer um trabalho de faculdade. Com seu carisma, acabou sendo convidada a fazer uns testes e em 1997 a então estudante de jornalismo participou da Oficina de Atores da emissora. Sua primeira novela foi <em>Mulheres Apaixonadas</em>, em 2003, de Manoel Carlos.</p>
<p>Em sua terceira novela, Lica se identifica muito com sua personagem. Para a atriz, a Edite é uma mulher forte, determinada, que ama a família, o trabalho e o marido&#8230; enfim, ama a vida. É guerreira e busca a justiça e o equilíbrio, mas por amor incondicional aos filhos é capaz até de perder a razão para apoiá-los. “Eu também sou mãe, de um garotão lindo de 10 anos, o Tobias, e por ele também faço tudo. Felizmente, ele só me enche de orgulho”, diz Lica.</p>
<p>Apaixonada por esportes, Lica jogou vôlei profissional por 21 anos.  Mesmo depois de começar a atuar, tentou conciliar a carreira com o esporte e até jogou um campeonato numa equipe paulista em 98. Conquistou quatro campeonatos brasileiros, ganhou uma copa Itália, um vice-campeonato Europeu e vice em três edições Sul Americanas. Guarda com carinho as medalhas conquistadas no esporte.</p>
<p>Como jornalista, Eliane teve sua atenção voltada para TV. Seu fascínio por câmera e microfone a levou adquirir experiência nessa área. Tanto no Núcleo de Comunicação da Universidade Estácio de Sá, e da TV Multirio, como no <em>RedeTV News</em>, <em>Notícia das Sete da Redetv!</em> e no programa<em>Esporte Espetacular</em> se destacou como repórter e apresentadora. Recentemente, apresentou o <em>Programa Político</em> na TV do então candidato à prefeitura do Rio, Eduardo Paes.</p>
<p>A atriz nasceu em uma família pequena e unida. Sua mãe, Eny, foi professora primária, e segundo Lica, é meio dona Edite. Está sempre ao lado das filhas. Lica tem uma irmã,  Ellen, que também foi jogadora de vôlei e chegou a fazer um musical com ela em 2003, mas não seguiu a carreira artística, preferiu trabalhar com produção. Seu pai, Paulo Cézar, foi um Policial Civil e é o seu maior fã. “Acho que herdei a veia artística dele, pois ele era um bom percursionista, dançarino e  chegou até a tocar no grupo Os Originais do Samba”, relembra a atriz, que perdeu seu pai há 15 anos.</p>
<p>Sua rotina é uma loucura. Casada pela segunda vez com Jéferson, a atriz vive com seu marido, seu filho e uma turminha de seis enteados. Apesar de ser apaixonada por esportes, não dispõe do tempo que gostaria para se dedicar mais. A atriz é vaidosa, mas não é radical. Continua com hábitos alimentares adquiridos na época em que era atleta. Seu cabelo recebe atenção especial com hidratação e procura fazer visitas freqüentes ao dermatologista, pois é adepta da limpeza de pele.</p>
<p>Mesmo na correria do dia-a-dia, Lica Oliveira pensa em pôr em prática vários projetos. Um deles é um projeto social esportivo na Zona Oeste, onde ela conheceu o esporte. Além disso, pensa em continuar fazendo TV , teatro e estrear no cinema. “Tudo o que se pode querer é viver a vida na profissão que escolhi ao lado das pessoas que amo”, finaliza.</p>
<p><strong>Reportagem: Adriana Petersohn (Cida Farias Comunicação)</strong></p>
<p><strong>Fotos: Divulgação TV Globo</strong></p>
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		<title>Ícaro Silva</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 23:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucioleonardo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Dono de um carisma inconfundível, ele é garoto-propaganda da Caixa Econômica e agora pode ser visto em todos os canais. Mas, o personagem que tornou Ícaro Silva conhecido do grande público foi o irreverente Rafa, de <em>Malhação</em>, que interpretou durante quatro anos.</p>
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<p>Ele saiu da novelinha em 2007, mas até hoje as pessoas falam sobre essa atuação. “Muita gente grita na rua, pergunta por que eu cortei o cabelo, pergunta coisas do tipo: ‘cadê o ogromóvel?’. Pelo público, imagino que ficaria lá pelo resto da vida (rs)”, acredita.</p>
<p>Ícaro conta que o Rafa era um personagem sem sinopse, criado meio no susto, em cima da hora para a entrada dele em <em>Malhação</em>. “Fui criando elementos pra ele, tendo ideias à medida que a história se desenrolava. Eu nem imaginava que ele se tornaria tão cômico, mas me diverti muito. As parcerias que fiz durante as temporadas também ajudaram muito. Foi ótimo trabalhar com pessoas como a Dani Suzuki, que me motivava bastante”, conta.</p>
<p>Natural de São Bernardo do Campo, em São Paulo, o ator, de 22 anos, mudou-se sozinho para o Rio aos 16. Sua mãe trabalhava e não tinha como acompanhá-lo. “Passei por momentos difíceis, mas, no geral, foi muito divertido. Não consegui aprender a cozinhar nem a limpar a casa, porém conquistei uma responsabilidade incrível. E aprendi que a solidão tem grandes vantagens. O Rio é uma cidade muito gostosa e, embora eu tenha demorado, hoje estou totalmente adaptado. A faculdade de teatro me ajudou nisso. É importante fazer parte de um grupo quando se está numa cidade nova e isso eu conquistei estudando.”</p>
<p>Na verdade, Ícaro começou sua carreira escrevendo. Seu pai trabalhava numa biblioteca e trazia livros para ele ler, quando tinha uns quatro anos de idade. Com isso, aprendeu a ler e a escrever sozinho e, com seis anos, começou a escrever seus próprios livros. “Minha mãe pediu apoio aos amigos e eles acharam que seria boa idéia chamar a imprensa. Daí em diante, comecei a dar entrevistas pra jornais, telejornais e programas de TV. Num deles, sugeriram que eu ingressasse no mundo da publicidade, me disseram ter uma cara boa (rs). Minha mãe levou uma foto minha numa produtora e começaram a me chamar para testes e comerciais. Quando eu tinha 10 anos, já havia publicado dois livros, mas acabei priorizando a carreira de ator”, lembra.</p>
<p>Ícaro admite que, na verdade, não tinha essa vontade avassaladora que muita gente tem de entrar na TV. Ele diz que gostava de fazer comerciais, fez um teste para uma novela, na BAND, aos 11 anos, e passou. “Dali em diante, as coisas foram acontecendo naturalmente, graças a Deus”, conta ele que também chegou a apresentar a TV Globinho. “Foi uma experiência incrível. È bom trabalhar para crianças, ainda mais quando o trabalho envolve desenho animado. É o que eu mais gosto de ver na TV”, revela.</p>
<p>Mesmo ainda sendo muito jovem, Ícaro já se mostra bastante amadurecido em seus posicionamentos. Ao conhecer o portal REVISTA AFRO, ele disse que acha ótimo que todos tenham seu espaço para serem ouvidos: “Não saber ouvir é um defeito de grande parte das pessoas. A cultura negra, assim como a cultura brasileira, em geral, é riquíssima e quanto mais espaço tiver, mais diferença pode fazer. Todas as tradições, crenças e acontecimentos do nosso país estão permeados pela cultura negra. Não há como negar isso. Espero que mais espaços assim sejam criados, cada vez mais dando voz às chamadas <em>minorias</em>”.</p>
<p>Quando fala sobre sua família, Ícaro não esconde o orgulho por ser simples, mas muito unida. Tem uma irmã de 26 anos, Marta. Diz que as conquistas de um são as conquistas de todos. “Minha irmã começou a fazer comerciais antes de mim, mas não se encantou pela profissão como eu. E meu pai já teve uma banda e, embora ele esconda um pouco esse lado, sei que ali há um grande artista”, afirma. Mesmo morando sozinho, as meninas já podem se animar: ele anda com o coração livre. “Ainda não tenho paciência suficiente pra namorar”, confessa.</p>
<p>O ator considera-se bastante vaidoso e explica de forma curiosa: “Gosto de me ver como um cartoon, um desenho animado. É importante ter um visual que me faça sentir bem, mas não exagero. Sou feliz com minha aparência e procuro valorizar isso saudavelmente”. Para cuidar do corpo, ele não tem paciência para malhar, mas faz aulas de corpo com muitos exercícios na faculdade e gosta de correr na orla, mas quando tem companhia.</p>
<p>Sobre os projetos atuais, Ícaro está ensaiando duas peças. Uma se chama <em>O Retrato de Dorian Gray</em>, de Oscar Wilde, e a outra, <em>Garotos</em>, de Leandro Goulart.”São textos bem diferentes, mas os dois me motivam bastante. Estou escrevendo também, mas sobre isso não posso falar muito e espero voltar em breve para a TV. As pessoas precisam me ver além do Rafa”. Com todo este conteúdo, já estamos vendo, Ícaro!</p>
<p>Reportagem: Cida Farias</p>
<p>Fotos: Divulgação</p>
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		<title>Thalma de Freitas</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 13:36:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucioleonardo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<h3>Talento em dose dupla</h3>
<p>Ela diz que nunca soube que é difícil cantar. Thalma de Freitas herdou o timbre e o jeito de falar de sua mãe, que tem uma voz muito bonita, e desde criança, ao lado de sua irmã, Tricia, cantava com o pai, o maestro Laércio de Freitas. “Quando cresci e comecei a pensar numa profissão, não queria ser cantora, mas atriz de musicais. Assim, eu poderia cantar, dançar (uma grande paixão) e atuar, que sempre vi como a mais nobre das artes”, conta.</p>
<p>Ao conhecer o portal REVISTA AFRO, Thalma diz que não consegue se convencer de que o povo negro brasileiro tenha uma cultura contemporânea diferenciada. “Mas gostei das dicas de beleza e as entrevistas do site, estão de parabéns”, complementa.</p>
<p>Aos 14 anos, Thalma matriculou-se no Teatro Escola Macunaíma, em São Paulo e lá começou a atuar. Estreou sua primeira peça, com 18 anos, em 1992. Logo depois, entrou para a Companhia dos Menestréis, de Oswaldo Montenegro. “Eu gostava mais do teatro, não me agradava ambientes de bares ou boates, onde eu via tantas cantoras passarem a madrugada”, lembra.</p>
<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2009/09/thalma-de-freitas-2.jpg"><img class="size-full wp-image-798" style="border: 1px solid black;" title="thalma-de-freitas-2" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2009/09/thalma-de-freitas-2.jpg" alt="thalma-de-freitas-2" width="740" height="500" /></a></p>
<p>Mas, privilegiada com tanto talento, Thalma acabou tornando-se atriz e cantora. Ela diz que não consegue separar sua carreira em duas ou mais. “No conjunto desta obra em progresso só vejo unidade”, diz ela. Em 1993, conheceu o diretor de teatro e TV, Jorge Fernando, fazendo a peça Hair, em São Paulo, que a convidou para o musical Nas Raias da Loucura, estrelado por Cláudia Raia, no qual trabalhou durante dois anos e acabou retornando ao Rio, sua cidade natal. Em 1996, ele a convidou para atuar na novela Vira-Lata.</p>
<p>Desde então, já foram 11 novelas, entre elas, Laços de Família, O Clone, Kubanacan, Começar de Novo e Bang Bang, e duas minisséries na Globo. Thalma também atuou nos filmes O Xangô de Baker Street, de Miguel Faria Jr., e em As Filhas do Vento, de Joel Zito Araújo, pelo qual dividiu com Taís Araújo o prêmio de melhor atriz coadjuvante no Festival de Cinema de Gramado, em 2004.</p>
<p>Atualmente, Thalma interpreta a Magaly, de Caras &amp; Bocas, da TV Globo. A personagem é uma veterinária que tem o objetivo de cuidar da filha e ajudar na luta pela preservação da vida selvagem, tarefas complicadas de cumprir sozinha. “Minha alegria neste trabalho é fazer o papel de mãe da a Amanda Azevedo, atriz excelente que cresce a olhos vistos como pessoa e profissional”, elogia.</p>
<p>Durante este tempo que trabalha como atriz, Thalma continua cantando com os amigos. Já tentou uma carreira de cantora pop que, segundo ela, não deu certo porque não sabe ser apenas cantora. “Eu já estava envolvida com teatro e TV e entendi que trabalhando como atriz poderia cantar por prazer, fazer a música que eu gosto sem compromisso profissional, o que é uma liberdade rara”, revela. Talvez por isso, Thalma pôde construir uma trajetória musical com diversas parcerias bem-sucedidas, como com a Orquestra Imperial, o duo de voz e piano com seu pai, Paulão 7cordas, 3namassa, Instituto Racional, entre outras. Em 2004, a cantora lançou seu único CD solo, com canções clássicas como “Cordeiro de Nanã” (Mateus e Dadinho), que foi escolhida para compor a trilha sonora da novela Senhora do Destino.</p>
<p>Carioca, Thalma, que hoje está com 35 anos, cresceu em São Paulo. Seus pais, casados a 43 anos, ainda moram lá. Sua irmã, dois anos mais nova do que ela, tem dois filhos, Tomeh e Malika. Em 1997, ela voltou a morar no Rio. “Quando não estou em produção, tenho todo tempo para fazer minhas peripécias, gosto de viajar e trabalhar. Não consigo ter rotina”, entrega.</p>
<p>Como exercícios físicos, a atriz gosta de andar de bicicleta e adora alongamento. “Tenho preguiça de academia e não faço questão de corpo malhado”, diz. Vaidosa, ela diz que se preocupa, principalmente, com roupas, cabelo e intelecto. A hora do banho é a mais feliz pra mim, faço hidratação nos cabelos, esfoliação no corpo e lavo bem o rosto”, conta. Quanto à alimentação, diz que come basicamente alimentos deliciosos, o que deixa de fora todos os industrializados.</p>
<p>Solteira, Thalma tem como projeto de vida ser feliz. “E já está realizado, sempre lembro do Sr. Wilson das Neves dizendo: &#8216;Não queira nada, faça!&#8217;, e como ele tem razão!”, conclui.</p>
<p>Reportagem: Cida Farias<br />
Fotos: Divulgação/CAROLINE BITTENCOURT</p>
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		<title>Juliana Alves</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 22:32:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucioleonardo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="margin-bottom: 10px;">Muito mais do que uma mulher bonita</h3>
<p>Foi justamente na Lapa, o bairro mais boêmio do Rio, onde vive a sua personagem Suellen, da novela <em>Caminhos das Índias</em>, que Juliana Alves foi descoberta por produtores da TV Globo.</p>
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<p>Embora tenha participado antes de algumas campanhas publicitárias e até como dançarina do <em>Domingão do Faustão</em>, em 2000, foi quando assistia a um show de Luiz Melodia que uma equipe do reality show <em>Big Brother</em> a selecionou para participar da terceira edição do programa, em 2003. Aos 20 anos, lá estava ela, com seu jeito alegre e espontâneo, na casa mais famosa do Brasil. “Até então, eu dançava profissionalmente e fazia teatro amador”, conta.</p>
<p>Além disso, nessa época, Juliana e era voluntária da ONG Criola, dedicada a combater o preconceito contra as mulheres negras. Não é à toa que ao falar para a REVISTA AFRO, Juliana mostra que é mais do que uma mulher bonita, porém consciente: “Acho maravilhoso um veículo como este porque considero que falta espaço de troca de informações para a comunidade negra. As pessoas precisam conhecer melhor as manifestações da nossa cultura”.</p>
<p>É claro que a participação no BBB abriu portas para esta morena, que resolveu investir num curso mais completo de dramaturgia. Ainda no mesmo ano, pintou a oportunidade de atuar na novela <em>Chocolate com Pimenta</em>, interpretando a jovem batalhadora Selma. “Tive sorte de fazer logo este trabalho e provar que tinha condições de seguir em frente como atriz. A partir de então, me dediquei e passei a estudar ainda mais para fazer os testes.”</p>
<p>Em 2005, Juliana foi para a Rede TV! e interpretou a manicure Rosy, no seriado <em>Mano a Mano</em>. No mesmo ano, estreou no teatro a peça <em>Como o Diabo Gosta</em>, dirigida por Ricardo Blat. No ano seguinte, passou pela Rede Record, quando fez uma participação na novela <em>Prova de Amor</em>, como a babá Sheila. Mas, foi em 2007 que Juliana teve um marco na sua carreira. Depois de interpretar a prostituta Áurea na minissérie <em>Amazônia – De Galvez a Chico Mendes</em>, de Glória Perez, a atriz recebeu de presente do autor Aguinaldo Silva o papel da irreverente Gislaine Caó, da novela das oito da TV Globo, <em>Duas Caras</em>. “Com esta personagem, que caiu no gosto popular, fui reconhecida como atriz-revelação e contracenei com atores maravilhosos, como Lázaro Ramos e Antonio Fagundes”, ressalta.</p>
<p>Ainda vivendo Gislaine, que conquista o mecânico Zidane, interpretado por Guilherme Duarte, na novela, Juliana também começa a namorar o ator. Os dois continuam juntos até hoje. Como reconhecimento do excelente trabalho que fez em <em>Duas Caras</em>, Juliana ganhou a Suellen, de <em>Caminho das Índias</em>. “Pela primeira vez, não precisei fazer teste. Estou dando continuidade à minha carreira de atriz com uma personagem que é um grande desafio, porque aparentemente apresenta muitas semelhanças com a Gislaine, mas possui diferenças. Para mim, cada trabalho é um degrau de evolução artística”, explica.</p>
<p>Juliana tem quatro irmãos, mas mora sozinha no Rio. “Mesmo na correria do dia-a-dia, faço aulas de canto e, na academia, tenho um personal que me ajuda numa malhação mais dinâmica, um circuito com exercícios aeróbicos e nos aparelhos. Também faço spinning”, conta. Quando terminar a novela, Juliana pretende dedicar-se às aulas de dança contemporânea e de canto. “Para compor a minha personagem de <em>Caminhos das Índias</em>, fiz dança de salão”, acrescenta.</p>
<p>Vaidosa na medida certa, já que trabalha com sua imagem, Juliana cuida dos cabelos com hidratações periódicas, usa xampu sem sal e apenas amacia a raiz dos cabelos, deixando-os étnicos. Na pele, gosta de usar uma loção para secar a oleosidade e não dorme de maquiagem. No cardápio, aboliu as frituras, não come massa à noite e bebe bastante líquido.</p>
<p>Como projeto, Juliana tem vontade de produzir um musical ou até mesmo participar como atriz. “Futuramente, também quero montar uma ONG para atender a família, que é a base de tudo, oferecendo profissionais nas áreas psicológica, médica e física, para ajudar a fortalecê-la e a reestruturá-la”, adianta a atriz, que mostra aqui que não é bela apenas por fora. É completa.</p>
<p>Reportagem: Cida Farias<br />
Fotos: Divulgação/Destaque Estratégia de Imagem</p>
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