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	<title>Revista Afro &#187; Gente</title>
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		<title>Venus e Serena: as irmãs do tênis</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 20:24:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cida Frias</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/07/venus_serena_revista_afro.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1660" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/07/venus_serena_revista_afro-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a>As irmãs americanas Venus, 30 anos, e Serena Williams, 28, são a sensação do tênis feminino. Serena é considerada atualmente pela Associação Feminina de Tênis a tenista número 1 do mundo. Além disso, está na lista das jogadoras que venceram todos os Gran Slams da turnê feminina. No ranking da WTA (Women’s Tennis Association), continua na liderança, seguida pela sérvia Jelena Jankovic e pela irmã Venus Williams.</p>
<p>As duas começaram a praticar tênis com quatro anos de idade por iniciativa do pai, Richard, que sempre quis fazer delas campeãs da modalidade. Venus treinava em recintos públicos de zonas pobres e marginais de Los Angeles. Aos 10 anos, já era conhecida no país e começou a fazer jogos de exibição, ao lado da irmã Serena, contra jogadoras profissionais.</p>
<p>No ano seguinte, a família mudou-se para a Flórida e as duas, que têm ainda quatro irmãs, passaram a frequentar uma academia de tênis, sempre treinadas pelo pai, que nunca foi jogador da modalidade. Em 1994, Venus passou a ser profissional e, no ano seguinte, Serena.</p>
<p>Os especialistas pensavam que as duas, por não terem passado pelo circuito júnior, ao contrário da maioria dos grandes nomes do tênis, nunca chegariam a ser grandes atletas. No entanto, em 1997, quando era 66.ª do ranking WTA, Venus, logo na estreia em Grand Slams, chegou à final do Open dos Estados Unidos, mas perdeu para a suíça e grande rival Martina Hingis. Nesse mesmo ano, a melhor performance de Serena foi a eliminação, num torneio em Chicago, de dois nomes consagrados como a francesa Mary Pierce e a norte-americana Monica Seles. Foi um feito inédito para uma atleta que estava no 304.º lugar do ranking WTA.</p>
<p>Venus chegou ao décimo lugar do ranking WTA em 1998, mas foi só em 1999 que se deu a consagração definitiva. Serena, apesar de mais nova, foi a primeira a brilhar, ao vencer o Open dos Estados Unidos, embora tenha beneficiado do fato da irmã não estar, na altura, nas melhores condições físicas. Mesmo assim, Venus acabou o ano no terceiro lugar do ranking, um lugar à frente de Serena.</p>
<p>Em 2000, Venus venceu em Wimbledon (Inglaterra) o seu primeiro torneio Grand Slam, depois de ter afastado a irmã Serena nas meias-finais, e, nesse mesmo ano, ganhou também o Open do Estados Unidos e a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Sydney (Austrália). Ainda nos Jogos Olímpicos, conquistou, juntamente com Serena, a medalha de ouro do torneio de pares.</p>
<p>Já em 2001, Venus e Serena ganharam na categoria de pares o Open da Austrália, o que lhes permitiu somar triunfos em todas as provas que integram o Grand Slam, já que ganharam o Open dos EUA e Roland Garros, em 1999, e Wimbledon, em 2000. Em fevereiro de 2002, Venus alcançou a primeira posição do ranking pela primeira vez, porém esse seria o ano da sua irmã Serena, que atingiu o topo do ranking, após conquistar três títulos do Grand Slam (Roland Garros, Wimbledon e o Open dos Estados Unidos), vencendo a sua irmã nessas três finais. É de destacar que nessas finais do Torneio de Wimbledon e do Roland Garros foi a primeira vez que duas irmãs se defrontaram na final.</p>
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		<title>Dadá: a famosa quituteira baiana</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 22:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cida Frias</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/06/dada_revista_afro1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1595" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/06/dada_revista_afro1-300x278.jpg" alt="" width="300" height="278" /></a>Dona dos badalados restaurantes Sorriso da Dadá, no Pelourinho, Varal da Dadá, no bairro da Federação, e Tempero da Dadá, na Costa do Sauípe, ela parece até que nasceu rindo. Dadá, sempre com sorriso largo e franco, é dessas baianas que dá gosto de ver. Aldaci dos Santos veio de uma família simples, e, para ajudar a mãe, dona Júlia, logo cedo aprendeu os segredos das comidas do dendê.</p>
<p>Aos 16 anos, mudou-se para São Paulo para trabalhar, onde conheceu novos temperos e revelou seus dotes culinários. A baiana tomou gosto pela coisa e, a cada dia, inventava um prato diferente. O destino, no entanto, acabou levando Dadá de volta a Salvador. Lá, montou uma sociedade com o filho da patroa. Passou a fazer marmitas e, aos poucos, formou freguesia fixa. O negócio era um sucesso.</p>
<p>As mortes do irmão e da mãe abalaram a vida da baiana, que depois passou a trabalhar em dois restaurantes. Em um deles, conheceu o cozinheiro Paulo. Associaram-se na cozinha e no amor. O casal passou a fazer jantares em casas de particulares e em empresas. Com muita economia, os dois conseguiram reformar a casinha e transformá-la em um restaurante no Alto das Pombas, o Tempero da Dadá.</p>
<p>Os amigos ajudaram na propaganda. Em pouco tempo, o local passou a ser freqüentado por médicos. Mas, a clientela não era suficiente para pagar as despesas. O jeito foi fazer o PF. O restaurante então engrenou. E muita gente famosa passou a freqüentá-lo, como Marília Gabriela, Gil, Caetano, Regina Casé, Zélia Gatai e Jorge Amado. E assim a dona dos temperos transformou-se na quituteira mais famosa da Bahia.<a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/06/dada_revista_afro.jpg"></a></p>
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		<title>A rainha dos cacheados</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 23:03:50 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/06/ouidad.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1533" title="ouidad" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/06/ouidad-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></a>Na ditadura dos cabelos alisados , escorridos em meio a tantas escovas. No Brasil se destaca contra essa ditadura cabeleireiras como Solange Dias do <em>Axé da Beleza</em> , Daí do <em>AfroDai</em> , Zica do <em>Beleza Natural</em> e Barbara Moura do <em>Raízes Salão Afro </em>que dedicam suas vidas em elevar a beleza dos cabelos crespos , cacheados e ondulados.</p>
<p>E como r<em>eferência</em> mundial temos Ouidad uma Libanesa de 50 anos radicada em Nova York, que recebe em seu salão clientes do mundo inteiro que não abrem m<em>ão</em> de cultivar os belos cachos,  como por exemplo Maria Fernanda Cândida .</p>
<p>Há 30 anos se dedicando somente a cabelos crespos e cacheados, o desejo de se tornar uma profissional altamente qualificada nesse tipo de cabelo foi justamente devido a grande dificuldade quando criança de encontrar profissionais que soubessem cuidar adequadamente de seus cabelos.</p>
<p>Quando decidiu se especializar em cabelos crespos e cacheados , ninguém acreditava em seus sucesso. Hoje em dia passam por sua cadeira em media 20 clientes por dia que desembolsam a quantia mínima de  250 dolares para serem atendidos por Ouidad.</p>
<p>O sucesso e tão intenso que a hairstyle dificilmente esta em seus salões em Nova York e Los Angeles pois esta sempre palestrando pelo mundo afora .</p>
<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/06/ouidad-2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1532" title="ouidad-2" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/06/ouidad-2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Para Ouidad os cabelos cacheados tem uma linguagem própria que o profissional precisa conhecer. Não e a toa que a chamam de ‘ The Queen of curly ‘ ou seja a Rainha dos cachos.</p>
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		<title>Vovô Rock and Roll</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 21:29:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pendurar a guitarra e pedir a aposentadoria não está nos planos de Charles Edward Anderson Chuck Berry. Aos 83 anos, o guitarrista, considerado lenda viva do rock and roll e fonte de inspiração de nada ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/05/chuck-berry-revista-afro.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1514" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/05/chuck-berry-revista-afro-300x173.jpg" alt="" width="300" height="173" /></a>Pendurar a guitarra e pedir a aposentadoria não está nos planos de Charles Edward Anderson Chuck Berry. Aos 83 anos, o guitarrista, considerado lenda viva do rock and roll e fonte de inspiração de nada menos que Elvis Presley e Keith Richards, vive o prazer de estar nos palcos e faz temporada de shows no Brasil.</p>
<p>O talento deste homem não pode ser esquecido. Sucessos como “Maybellene”, “School Days”, &#8220;Sweet Little Sixteen&#8221; e &#8220;Roll Over Beethoven&#8221; marcaram uma geração. Sua importância para a música americana e mundial foi reconhecida em 2004, pela revista Rolling Stone, onde ele configura entre os 100 maiores artistas de todos os tempos e entre os 100 maiores guitarristas de todos os tempos. Três de suas canções estão entre as 500 que deram forma ao rock and roll.</p>
<p>Sua voz já anda comprometida, os acordes não são tão precisos, os movimentos devem ser mais lentos, mas são inconfundíveis. A verdade é que nada disso é empecilho para o velho Chucky deixar de se apresentar. O que o alimenta é sentir a salva de palmas de um público fiel e provavelmente acima dos 40. Aos mais jovens resta a alegria de visitar um Hard Rock desses espalhados pelo mundo e pensar como poderia ter sido maravilhoso viver o auge do rock americano.</p>
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		<title>Milton Gonçalves: ator e militante</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 22:32:03 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/05/milton_gonçalves_revista_afro.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1447" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/05/milton_gonçalves_revista_afro-300x231.jpg" alt="" width="300" height="231" /></a>Ele está há quase meio século na TV e sempre foi presente na militância pelos direitos dos negros. Milton Gonçalves, que atualmente interpreta o Coronel Caetano, do seriado “Força- Tarefa”, da TV Globo, nasceu em 1933, na cidade de Monte Santo, em Minas Gerais. Mas, ainda criança, mudou-se com a família para São Paulo, onde foi aprendiz de sapateiro, de alfaiate e de gráfico.</p>
<p>Milton estava trabalhando em uma gráfica, quando, ao imprimir programas para uma peça, ganhou duas entradas. Foi assistir e se encantou, também queria fazer aquilo. E acabou ganhando um papel na peça infantil “O Soldado de Chocolate”, escrita por Pernambuco de Oliveira. Na mesma sala de espetáculos, havia uma peça para adultos: “O dote”, na qual conseguiu o papel de um escravo. Foi para o Teatro dos Novos Comediantes, depois para o Teatro de Arena, uma grande escola. Ali estavam os grandes da época, inclusive Gianfrancesco Guarnieri, Lima Duarte, Chico de Assis, Riva Nimitz e Boal.</p>
<p>Além de ator, ele foi também contra-regra, iluminador e produtor. Deixou o grupo em 1958, durante uma excursão ao Rio de Janeiro. Junto com Célia Biar e Milton Carneiro, foi um dos três primeiros atores a entrar na TV Globo, a convite de Graça Mello, ainda antes da inauguração, em 1965. Ao todo, participou de cerca de 40 novelas, entre as quais as de maior sucesso da emissora, como “Irmãos Coragem” (1970), “Selva de Pedra” (1972), “Escrava Isaura” (1976) e “Roque Santeiro” (1985).</p>
<p>Milton Gonçalves também participou intensamente do cinema brasileiro, atuando em clássicos como “Cinco Vezes Favela” (1962) e “Macunaíma” (1969), de Joaquim Pedro de Andrade, “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977), de Hector Babenco, entre muitos outros. Sua carreira conta com mais de 100 filmes, inclusive internacionais.</p>
<p>Entre 1985 e 1986, Milton Gonçalves comandou a Superintendência Regional da Radiobrás – Setor Sul. Participou ainda do Conselho de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, do Conselho de Artes do Paço Imperial da cidade e do Conselho Cultural da Fundação Palmares. Candidato derrotado ao governo do Estado do Rio de Janeiro em 1994, aceitou o convite de Marcello Alencar, então eleito governador, e assumiu a subsecretaria do Gabinete Civil para Assuntos Extraordinários do Governo do Estado. No cargo, realizou o Projeto Zumbi Vive!, em comemoração ao tricentenário da República de Palmares. Em 14 de dezembro de 2009, aos 76 anos, o ator mineiro recebeu o título de cidadão do estado do Rio de Janeiro, em cerimônia realizada na Assembleia Legislativa</p>
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		<title>O conto de fadas de Land Vieira</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 22:23:50 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/04/land-vieira-revista-afro1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1264" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/04/land-vieira-revista-afro1-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>Apesar de não ter ganhado o concurso para atuar no filme de Xuxa ao lado de Sacha, Heslander Vieira, de 17 anos, também garantiu seu lugar ao sol. O mineiro teve seu talento reconhecido pela produção da novela das seis, “Cama de Gato”, da TV Globo, que lhe presenteou com seu primeiro personagem na tevê. Na trama, ele vive Tarcísio, um adolescente com problemas auditivos. É filho de Camila Pitanga e de Ailton Graça e sonha ser pianista.</p>
<p>Heslander, que usa o nome artístico Land Vieira, se dedicou de corpo e alma ao papel. E para não fazer feio em sua estreia, ele visitou o Instituto Nacional para Educação de Surdos, em Laranjeiras, estudou música clássica e fez aulas de piano. Para ter ideia da deficiência auditiva, usou tampão no ouvido.</p>
<p>Mas, toda essa dedicação não é novidade para sua família, maior incentivadora do rapaz. Sabendo que o menino estava mesmo disposto a ingressar na carreira artística, todos deixaram Ipatinga e foram viver em uma quitinete em Curicica, na Zona Oeste do Rio.</p>
<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/04/land-vieira-revista-afro.jpg"></a>O jovem passou sete anos se aperfeiçoando, fazendo peças e correndo atrás de uma chance. Quando soube do concurso para ser príncipe de um filme da Xuxa, o adolescente se inscreveu e chegou até a final. Land nem teve tempo de ficar triste com o segundo lugar do concurso. No mesmo dia, veio o convite para fazer parte do elenco da novela. O segredo é acreditar!</p>
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		<title>Suellen ganha perna inteligente</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 14:06:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cida Frias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Suellen Rodrigues, de 23 anos, tornou-se a primeira pessoa na América Latina a colocar uma perna eletrônica. A prótese é inteligente e consegue interpretar o movimento da pessoa. Hoje, a universitária tem mais segurança para ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/03/suellen_perna_inteligente_revista_afro1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1211" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/03/suellen_perna_inteligente_revista_afro1-300x232.jpg" alt="" width="300" height="232" /></a><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/03/suellen_perna_inteligente_revista_afro.jpg"></a>Suellen Rodrigues, de 23 anos, tornou-se a primeira pessoa na América Latina a colocar uma perna eletrônica. A prótese é inteligente e consegue interpretar o movimento da pessoa. Hoje, a universitária tem mais segurança para caminhar e anda de maneira mais natural.</p>
<p>Isso é possível porque a perna eletrônica possui um sensor na base do calcanhar, que identifica a velocidade do passo. Um sistema hidráulico também reproduz os movimentos naturais do quadril ao andar. Um computador analisa o movimento. São 50 mil ciclos de marcha, ou seja, ritmos de movimento ao caminhar. Suellen, que trabalha num banco e precisa sair para atender clientes, afirma que antes tinha medo, porque o terreno irregular sempre foi um problema. Atualmente, pode caminhar tranquilamente.</p>
<p>A bancária amputou a perna esquerda em 2005 por causa de um câncer no fêmur. Quem usa próteses mecânicas, precisa descer caminhando de lado, mas com a perna eletrônica Suellen pode caminhar de frente, como as pessoas fazem normalmente.</p>
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		<title>Netinho: um cara do bem</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 15:34:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cida Frias</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/01/netinho_de_paula_revista_afro-2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1135" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/01/netinho_de_paula_revista_afro-2-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" /></a>O cantou e apresentador Netinho de Paula sempre foi um cara do gueto. Viveu enquanto músico do extinto Negritude Junior exaltando a cidade de São Paulo e sua Comunidade da Cohab em suas letras. Hoje, o vereador da cidade de São Paulo, eleito em 2008 pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), procura conciliar sua carreira política com a de apresentador do SBT.</strong></p>
<p><strong>Sempre preocupado com a população da periferia das cidades, em seu programa o “Show da Gente” procura ajudar famílias, conhecendo suas histórias, promovendo conciliações e ainda com ajuda financeira. No quadro Dia de Princesa, meninas adolescentes ganham um estímulo para sonhar com um futuro melhor e a seguir nos estudos. Geralmente, ganham um up grade no visual, roupas novas e melhorias na casa onde vivem com a família. </strong></p>
<p><strong>Como vereador no primeiro ano de mandato emplacou nove projetos de lei, entre eles a criação de Centros da Juventude e o uso de salas de aula da rede pública para o pré-vestibular. </strong></p>
<p><strong>Netinho prova em seu assistencialismo que é um cara do bem. Seus programas como vereador são voltados para a juventude. Em seu programa, ele usa sua própria história como vendedor de balas em sinal para aumentar a auto-estima dos participantes. Esse é um exemplo de pessoa que se esforça, que acredita e que vai à luta, que pelo menos 86 mil paulistanos e outros tantos mil brasileiros se identificam. </strong></p>
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		<title>Neguinho: o vôo do beija-flor</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 20:48:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cida Frias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil assistiu a luta desse guerreiro contra um câncer no intestino. A descoberta da doença, o tratamento e a quimioterapia foram momentos difíceis para o cantor e compositor Neguinho da Beija Flor. Totalmente recuperado, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2009/12/neguinho-da-beija-flor-revista-afro.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1082" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2009/12/neguinho-da-beija-flor-revista-afro-300x228.jpg" alt="neguinho-da-beija-flor-revista-afro" width="300" height="228" /></a>O Brasil assistiu a luta desse guerreiro contra um câncer no intestino. A descoberta da doença, o tratamento e a quimioterapia foram momentos difíceis para o cantor e compositor Neguinho da Beija Flor. Totalmente recuperado, ele atribui a vitória sobre a doença ao apoio da família e ao samba. O mais difícil para Neguinho, foi ter que ficar afastado dos ensaios, como ele mesmo define nos versos da canção sua escola, sua vida, seu amor.</p>
<p>Sempre muito sorridente o iguaçuano Luis Antônio Feliciano Marcondes iniciou sua vida na música aos 10 anos, puxando um samba de Jamelão. A Beija Flor de Nilópolis passou a fazer parte de sua vida e de seu nome em 1975, quando deixou a Leão de Nova Iguaçu onde iniciou sua carreira de intérprete e puxador de samba para vestir a camisa azul e branco. </p>
<p>Sua consagração definitiva se deu com o sucesso “Campeão”, considerada hino das torcidas cariocas. (“Domingo eu vou ao Maracanã /vou torcer pro time que sou fã). E com o bordão, “olha a Beija Flor aí gente!” que na sua voz potente e afinada, virou o grito oficial da escola do coração e dispensa apresentações.</p>
<p>O ano de 2009 trouxe muitas alegrias para o compositor. Ele se casou em plena Avenida Marques de Sapucaí em declaração de amor à noiva Elaine; completou 60 anos e recebeu homenagens de vários artistas, na comemoração desta data, considerada por ele um divisor de águas em sua vida. “Nasci de novo”, conta ele. Além disso, está com disco novo com o sucesso “Mulher, mulher, mulher” e se prepara para o carnaval de 2010, cujo enredo é a Capital Brasília – 50 anos<strong><br />
</strong>&#8220;Brilhante ao sol do novo mundo, Brasília do sonho à realidade, <br />
a capital da esperança&#8221;. O carnaval está aí e os ensaios técnicos já começaram. É só conferir.</p>
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		<title>O retorno de Glória Maria</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 18:34:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cida Frias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[icone do jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalista]]></category>
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		<category><![CDATA[jorrnalista negra]]></category>

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		<description><![CDATA[Ícone do jornalismo brasileiro, Glória Maria vive uma ótima fase em sua vida pessoal e profissional. Ela acaba de adotar duas meninas, está vivendo a incrível experiência de ser mãe e acaba de anunciar seu ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2009/11/revista-afro-gloria-maria1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1030" title="revista-afro- gloria-maria" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2009/11/revista-afro-gloria-maria1.jpg" alt="revista-afro- gloria-maria" width="300" height="243" /></a>Ícone do jornalismo brasileiro, Glória Maria vive uma ótima fase em sua vida pessoal e profissional. Ela acaba de adotar duas meninas, está vivendo a incrível experiência de ser mãe e acaba de anunciar seu retorno à TV para janeiro de 2010. No momento, cuidar das baianinhas Maria, de 1 ano e 2 meses, e Laura, de 10, tem sido sua principal atividade.</p>
<p>Dois anos. Esse foi o período que o público ficou sem a apresentadora do Fantástico. Afastada para merecidas férias e para tocar projetos pessoais, agora mantém segredo sobre o que fará na emissora. Mas, independente de qual espaço ocupará na grade de programação, seu contrato é válido até 2012.</p>
<p>Nesse período, a jornalista viajou, trabalhou voluntariamente com crianças pobres, visitou instituições, fez palestras para adolescentes e está terminando de escrever seu livro, que deve ser lançado pela Editora Nova Fronteira. Em sua passagem pela Bahia, se encantou pelas duas irmãzinhas e em julho precisou adiar seus planos para viver a maternidade.</p>
<p>Por enquanto, Glória só tem duas certezas. Que continuará fazendo jornalismo e que não pretende ocupar seus domingos com compromissos profissionais, pois pretende dedicar o dia às filhas.</p>
<p>A jornalista estreou como repórter em 1971 e marca com pioneirismo sua trajetória dentro da emissora. Foi a primeira repórter a entrar ao vivo no Jornal Nacional, a cobrir uma guerra, a das Malvinas, além de cobrir Copas e Olimpíadas e fazer grandes reportagens especiais mostrando curiosidades mundo afora.</p>
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