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	<title>Revista Afro &#187; Música</title>
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		<title>Ronni do Carmo: uma nova voz carioca</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 14:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/Ronni.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4429" title="Ronni" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/Ronni-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a>Nascido e criado no subúrbio carioca, o músico e cantor Ronni do Carmo, de 31 anos, vem chamando a atenção nas rodas de samba cariocas. Cantor de voz firme e eloquente, ele têm lotado casas como o Mackenzie e o Barril 8.000, e arrancado elogios no já tradicional Samba do Sítio. Com repertório vasto e requintado, que abrange diversas épocas, Ronni procura resgatar canções de grandes compositores valorizando e perpetuando a cultura do samba, sua maior paixão.</p>
<p>Vencedor do Concurso de Novos Talentos do Samba promovido pelo Carioca da Gema em 2009, no Rio, o intérprete já dividiu o palco com grandes nomes. A lista é grande e inclui Dona Ivone Lara, Nilse Carvalho, Toninho Geraes, Marquinho PQD, Diogo Nogueira, Wilson Moreira, Luiza Dionísio, Monarco, Dudu Nobre, Jorge Aragão, Mauro Diniz, Ivan Milanez e Luiz Melodia.</p>
<p>Marquinho PQD, autor de grandes canções, como &#8220;Canto pra Ogum&#8221;, elogia o cantor:</p>
<p>- A voz dele é muito bacana. Com certeza é um talento promissor que deve despontar na cena carioca a qualquer momento &#8211; atesta.</p>
<p>Ronni iniciou sua carreira aos 17 anos como intérprete de escolas de samba do grupo de acesso e participou de grandes disputas nas principais agremiações do grupo especial. Além de cantor, também é ator, dublador e percussionista.</p>
<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/ronni-do-carmo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4430" title="ronni-do-carmo" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/ronni-do-carmo-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Em busca de aperfeiçoamento, o artista também participou do curso profissionalizante de ator na CAL (Casa de Artes de Laranjeiras) e do curso de dublagem da Escola de Rádio. Em 2012, completa 15 anos de carreira e se prepara para alçar voo, com o lançamento do primeiro CD independente, ainda sem título definido, previsto para março deste ano.</p>
<p>- Todo início de carreira é difícil, mas o CD novo está quase pronto, e em 2012, tudo pode acontecer &#8211; prevê o artista.</p>
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		<title>Paula Lima lança novo CD</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 13:01:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cheia de estilo e com uma voz inconfundível, a cantora Paula Lima acaba de brindar os fãs com o seu mais recente CD, &#8220;Outro Esquema &#8211; Inéditas, Remixes e Afins&#8221; ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/Paula-Lima.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4420" title="Paula Lima" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/Paula-Lima-300x176.jpg" alt="" width="300" height="176" /></a>Cheia de estilo e com uma voz inconfundível, a cantora Paula Lima acaba de brindar os fãs com o seu mais recente CD, &#8220;Outro Esquema &#8211; Inéditas, Remixes e Afins&#8221; (Microservice, R$ 20,00), álbum que reúne canções dos seus outros três discos de estúdio, com novas roupagens, arranjos e remixes diferenciados.</p>
<p>Conhecida também por ser a jurada do programa Ídolos, da TV Record, a artista define seu novo álbum em três palavras: alegre, feliz e contente. &#8220;Talvez reflita meu momento atual, que é de muita hamornia. Existe uma etapa da vida em que as coisas fluem de uma maneira muito mais gostosa e a gente se realiza com as coisas que faz&#8221;, disse em entrevista recente ao Jornal da Paraíba.</p>
<p>O próprio nome do disco já dá uma ideia do que irá se encontrar nas canções. Cheias de suíngue e balanços, as faixas são uma nova oportunidade do público conhecer as músicas antigas da cantora Pop e Soul.</p>
<p>Segundo a artista de São Paulo, a ideia inicial era fazer algo no estilo da coleção &#8216;Perfil&#8217;. Ela confessa que dessa vez imprimiu mais a própria cara, colocando a mão no álbum, e transformando as músicas em canções contemporâneas.</p>
<p>O preço do CD também foi um assunto pensado e repensado por Paula. Para baratear o preço do disco, o encarte não traz as letras das músicas. Das 14 faixas, são inéditas apenas &#8216;Pisou na bola&#8217;, de Benê Alves , e &#8216;Solidão gasolina&#8217;, de Curumim e Dan Nakagawa.</p>
<p>O trabalho também é recheado de parcerias. Apesar de ser compositora de mão cheia, neste disco, Paula Lima não assina nenhuma música. Zeca Baleiro é o nome por traz de &#8216;Ela é a tal&#8217;, canção de abertura, que também aparece em versão remix no fim do álbum.</p>
<p>Em &#8216;Cuidar de mim&#8217;, ela divide os vocais com o badalado Seu Jorge. Também estão juntos no trabalho Ana Carolina, Max de Castro, Mondo Grosso, além de Toni Garrido no remix &#8216;Negras perucas&#8217; e Arlindo Cruz em &#8216;Tirou onda&#8217;.</p>
<p>Enquanto lança o CD, Paula já se preocupa com o próximo. E promete um disco cheio de inéditas, com previsão de lançamento para março deste ano. Enquanto isso, os fãs aguardam aproveitando &#8220;Outro esquema&#8221;.</p>
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		<title>Chico Buarque fala sobre racismo</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 18:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em uma das raras entrevistas, o cantor e compositor fala sobre racismo e a sua visão de Brasil. Segundo o artista, não existe branco no Brasil e é uma ilusão ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/Chico-buarque.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4386" title="Chico-buarque" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/Chico-buarque-300x276.jpg" alt="" width="300" height="276" /></a>Em uma das raras entrevistas, o cantor e compositor fala sobre racismo e a sua visão de Brasil. Segundo o artista, não existe branco no Brasil e é uma ilusão o brasileiro querer negar a mestiçagem nacional. Chico também relata casos de racismo sofridos pela família. Ele conta que já foi vítima de piadas racistas por conta do genro, Carlinhos Brown, ser casado com sua filha Helena Buarque. Confira:<strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p>“Percebo o racismo no Brasil, é claro. Percebo claramente e até mais diretamente. Depois que a minha filha se casou com o Carlinhos Brown, e brincando ou não, eu ouço referências disso o tempo todo, até mesmo andando na rua. Até mesmo algum tipo de graçinha agressiva.<strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p>Primeiro as pessoas pensam que são brancas. Pensam que eu sou branco, por exemplo. Só no Brasil que eu sou branco, ou que minha filha é branca. Um dia eu falei brincando que ninguém no Brasil é branco, a não ser a Xuxa e se ela não casar com o Tafarel, aí vão acabar os últimos brancos brasileiros.<strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p>Daquela semana para cá, eu fui num restaurante e tinha uma senhora sentada, com um cabelo amarelo pintado, ela começou a gritar: “eu sou branca!”. E isso num restaurante, supostamente chique.<strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p>Isso é uma coisa muito mal resolvida no Brasil. O brasileiro não aceita o fato de ser mestiço, não aceita mesmo. Isso é uma coisa que pega fundo. Todo mundo fala assim: quando é teoricamente, ou fulano fala que tem um pé na cozinha e todo mundo ri, mas não tem não, imagina se um democrata ia falar isso, todo mundo está vendo que ele é branco. Então não dá para ser, quer dizer, a não ser o imigrante filho de imigrante.<strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p>A minha família é antiga no Brasil, tanto lado de pai como de mãe. Agora tem essa mania de livros com genealogia. Aí, você vai ver lá e tem uma hora que para de aparecer um nome, as pessoas somem. É impossível imaginar que famílias do século XVI ou XVI não tenham se misturado com índio ou com preto. Não havia como.<strong></strong></p>
<p><strong> </strong><strong></strong></p>
<p>Todo mundo diz “eu sou descendentes de fulano, descendente de sicrano, de um barão”. Sim, mas você tem dois pais, quatro avós, vai olhar lá na árvore, são oito bisavós, 16 tataravós. Chega no século XVI, você tem 128 antepassados. Esses 128 não podem ser 128 brancos, não podem ser!<strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p>Não é possível que aquela senhora do cabelo amarelo seja branca, não pode ser. E isso a pessoa não quer aceitar. Escravo não, preto não! Quer dizer, sem ser diretamente com os meus netos, já aconteceu uma agressão à casa em que eles moravam. Saíram de lá, a família saiu de lá e foram para a Bahia.<strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p>Quando a minha família vem agora, o Carlinhos e os filhos, eles ficam na casa de Marieta (Severo, atriz), porque ficou desagradável conviver e morar num condomínio de classe média na Gávea, onde eles eram claramente indesejáveis, onde foram agredidos. Você não tem o que fazer. Meu ímpeto era ir lá e chamar o síndico. Perguntar “quem foi que fez isso?”. E não adianta, é inútil.<strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p>Isso está impregnado, aqueles caras que na praia dizem: “Ô Chico”, “Chico, cadê o genro?”. Aqueles caras ali na praia pensando que são brancos, e não são brancos. Eles pensam que são brancos. Nós não somos brancos.<strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p>O que me aborrece é a hipocrisia. A hipocrisia e a ignorância da situação. Isso é ignorância, é incultura. O nosso valor é a miscigenação. As pessoas pensam que não são mulatas, e são mulatas. E estão fazendo muita coisa boa porque são mulatas. A mistura de raças é essencial. No futuro da humanidade, não vai ter como se manter sem isso. Para citar o caso da França. A periferia lá com todos aqueles filhos, netos de árabes. As filhas estão se casando. Elas querem casar com preto, com mulato, e lá também, se a Xuxa não se casar com o Tafarel, daqui a três gerações não vai existir mais o francês puro, de raça branca, né? O ariano, e mais lentamente, a tendência vai ser sempre essa miscigenação.<strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p>O Brasil já está adiantado nesse processo, é um exemplo de que a miscigenação dá certo”.<strong></strong></p>
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		<title>Rihanna lança novo CD: &#8220;Talk That Talk&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 10:14:15 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/12/rihanna.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4313" title="rihanna" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/12/rihanna-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Ela definitivamente não para. Rihanna, a cantora pop de pernas avantajadas e de voz amendoada lança mais um CD, &#8220;Talk That Talk&#8221;, seu sexto álbum de estúdio, já apelidado pelos fãs de TTT. O disco chegou às lojas americanas no fim do mês passado, e em breve, chega às prateleiras tupiniquins. Menos de um ano após o lançamento do álbum anterior, “Loud”, Rihanna mostra que a sua fábrica de hits está longe de fechar as portas.</div>
<div></div>
<div>O primeiro single &#8220;We Found Love&#8221; já dominou as paradas americanas, britânicas e mundiais. O clipe, que contém cenas fortes &#8211; no melhor estilo sexo, drogas e rock and roll &#8211; também já causa um burburinho.</div>
<div></div>
<div>Rihanna parece entender muito bem o mundo pop em que aparece como uma das principais figuras. Trabalha com produtores renomados, usa o electropop como ninguém, tem estabilidade em charts e paradas no mundo todo e cria novas interpretações em um ambiente produtivo cada vez mais frenético e acelerado. Além disso, a cantora de Barbados tem se esforçado no que todas as cantoras pop do momento tem como função primordial: quebrar recordes.</div>
<div></div>
<div>Mesmo sem nunca ter visto seus álbuns em primeiro lugar na parada da Billboard na semana de lançamento, Rihanna consegue lançar singles durante toda a promoção dos seus discos e a vendagem é sempre enorme. Estabilidade é o que a cantora e sua equipe sempre buscaram, tanto nos álbuns recentes como nos mais antigos.</div>
<div></div>
<div>Hitmaker de primeira (quem não lembra daquele bendito guarda-chuvinha que não parava de tocar?), Rihanna se une ao que de melhor é produzido na cena eletropop do momento e &#8220;Talk that talk&#8221; é a prova disso. As críticas dizem que este é seu álbum mais sexual (chegou a receber aquele selo de conteúdo explícito nos EUA, o que limita a venda a maiores de idade) e as letras realmente pegam fogo. A despeito do que os críticos andam dizendo (que o álbum é fraco, com sonoridade datada e imediatista), os fãs parecem ter gostado bastante.</div>
<div></div>
<div>Pode até não ser um marco em técnica musical, mas a fórmula está lá: músicas alegrinhas com pitadas de hip hop e pop eletrônico, letra confessional e refrão grudento. Alguém tem dúvidas de que vai virar hit?</div>
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		<title>Flávio Renegado lança segundo disco</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 11:36:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com um som contemporâneo, que alia rap, hip hop, samba, música eletrônica, batidas africanas e latinidades, o mineiro Flávio Renegado apresenta seu novo trabalho, &#8220;Minha tribo é o mundo&#8221;, o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/12/flavio-renegado.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4300" title="flavio-renegado" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/12/flavio-renegado-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Com um som contemporâneo, que alia rap, hip hop, samba, música eletrônica, batidas africanas e latinidades, o mineiro Flávio Renegado apresenta seu novo trabalho, &#8220;Minha tribo é o mundo&#8221;, o segundo álbum de um artista autodidata, ativo em movimentos sociais e prestes a se tornar um dos maiores nomes do rap nacional.</p>
<p>Sua estreia em 2008, com o álbum &#8220;Do Oiapoque a Nova York&#8221;, que vendeu mais de 7 mil cópias, lhe rendeu turnês por todo o Brasil e pelo globo, em países como Austrália, Espanha, Cuba, Inglaterra e França. Renegado tem ao seu lado grandes nomes da música, como Toninho Horta, Lenine, a cantora Aline Calixto e Fernando Catatau, do Cidadão Instigado. Para o rapper, que nasceu e passou sua infância na favela Alto Vera Cruz, em Belo Horizonte, este caldeirão de influências serviu para enriquecer e despontar o novo disco, que já antecipa no título a proposta multicultural.</p>
<p>Produzido por Plínio Profeta (que já trabalhou com Lenine, O Rappa e Tiê), o álbum foi gravado no Rio de Janeiro com a participação de músicos como Edu Krieger, Donatinho, Arthur Maia e Marcos Suzano. De BH, marcaram presença o baterista Laércio Vilar, o baixista Aloísio Horta e os violonistas Gustavo Maguá (com quem escreveu A massa quer dançar) e Thiago Delegado. Lançado na internet no dia 19 de outubro, o álbum está disponível para download gratuito.</p>
<p>“Esse CD é uma continuidade, o segundo momento do que é meu projeto como artista, que é o de quebrar as fronteiras de gênero, gosto e etnia. Meu primeiro CD, Do Oiapoque a Nova York, foi o start e continuo com o mesmo foco. Oiapoque foi um disco feito ao longo da minha vida, é meio biográfico. Já o novo, fiz do zero. Compus, gravei, mixei e masterizei em três meses. Nele falo muito de evolução e relações humanas”, conta Renegado.</p>
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		<title>Arlindo Cruz comemora a Consciência Negra com show</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 12:31:35 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/11/arlindo-cruz.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4191" title="arlindo-cruz" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/11/arlindo-cruz.jpg" alt="" width="226" height="150" /></a>Em 2010, no Dia Nacional da Consciência Negra, Arlindo Cruz agitou a Praça XI, no Rio de Janeiro, em um palco montado junto ao busto de Zumbi dos Palmares. Desta vez, a convite dos organizadores da AGENDA ÚNICA RIO ZUMBI 2011, o músico prestará sua homenagem à resistência do movimento negro no próximo sábado, dia 19h, às 23h, com grande show no Campo do Ordem e Progresso, situado na Vila Cruzeiro. A entrada será franca.</p>
<p>Em dezembro de 2010, vale lembrar, a ONU, através do secretário-geral Ban Ki-moon, declarou que em 2011 seria celebrado o Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes. Promulgada a ideia, o objetivo é o fortalecimento das ações destinadas aos de ascendência africana, haja vista os resquícios da escravidão e a marginalização, em geral, destes na sociedade. O momento, assim sendo, é de olhar com mais profundidade e pragmatismo para a necessidade de inclusão dos afrodescendentes, gerando-lhes oportunidades no que diz respeito à educação, mercado de trabalho e saúde pública, além do reconhecimento de suas manifestações culturais.</p>
<p>Com a mesma finalidade, aqui no Rio, em 2009, criou-se a Agenda Única Rio Zumbi, uma série de atividades realizadas em novembro, coordenadas pelo Conselho Estadual dos Direito do Negro (Cedine), com apoio do governo nas esferas municipal, estadual e federal. Desta forma, musicais, exposições, feiras, peças teatrais, palestras e debates são levados aos quatro cantos da cidade, a adultos, jovens e crianças.</p>
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		<title>Help contra o racismo: até os Beatles estavam nessa</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 13:30:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os garotos de Liverpool sempre serão o fenômeno absoluto da música mundial. Porém, poucos sabem que eles também mostraram seu apoio ao movimento pelos direitos civis dos EUA e ao ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/11/beatles-negros.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4165" title="beatles-negros" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/11/beatles-negros-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Os garotos de Liverpool sempre serão o fenômeno absoluto da música mundial. Porém, poucos sabem que eles também mostraram seu apoio ao movimento pelos direitos civis dos EUA e ao movimento anti-racismo, ao se recusarem a tocar para plateias segregadas, conforme mostra um contrato da época, exposto em um museu em Madri, Espanha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O documento, que será leiloado na semana que vem, firma um show em 1965 no Cow Palace na Califórnia (EUA). Assinado pelo empresário Brian Epstein, o documento especifica que os Beatles “não eram obrigados a se apresentarem diante de uma plateia que segregasse negros”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O acordo também garante à banda um pagamento irrisório de US$ 40 mil (cerca de US$ 290 mil pelos índices de inflação de 1965 até hoje, ou seja, 520 mil reais ao câmbio atual). Outras exigências incluem um praticável de bateria especial para Ringo Starr e a provisão de 150 policiais uniformizados para proteção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os Beatles já tinham se manifestado publicamente quanto aos Direitos Civis em 1964, quando se recusaram a tocar em um show só para brancos no Gator Bowl, em Jacksonville, Flórida. As autoridades da cidade voltaram atrás, permitindo que o estádio fosse ocupado por membros de qualquer raça, e a banda subiu ao palco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Nós nunca tocamos para públicos racistas e não vamos começar agora”, disse John Lennon, que completou: “preferiríamos perder o cachê”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A luta pela igualdade racial nos EUA depois inspiraria Paul McCartney a escrever “Black Bird”, famosa canção da banda, traduzida para o português como “Pássaro negro”. O contrato para o show dos Beatles  em 1965 deve levantar cerca de cinco mil dólares quando for à venda por um leiloeiro especialista em memorabília musical, em Los Angeles.</p>
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		<title>Bira Bossa Jazz e Izzy Gordon abrem o Black in Concert</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 13:40:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dia 5 de novembro, sábado, às 20 horas, a ABBM – Academia Brasileira de Black Music lança em São Paulo o projeto Black In Concert com shows do quarteto Bira Bossa Jazz, sob ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/11/bira-jo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4134" title="bira-jo" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/11/bira-jo-300x279.jpg" alt="" width="300" height="279" /></a>Dia 5 de novembro, sábado, às 20 horas, a <strong>ABBM – Academia Brasileira de Black Music</strong> lança em São Paulo o projeto Black In Concert com shows do quarteto <strong>Bira Bossa Jazz</strong>, sob o comando do baixista Bira do Programa do Jô, com participação da cantora <strong>Izzy Gordon</strong>.  Um espetáculo com sucessos que relembrarão a história de grandes nomes do jazz, blues, soul music e rythm blues. A ABBM pretende apresentar uma série de atrações nacionais e internacionais para promover a black music. No dia 18 de dezembro, será a vez de Jimi Bo Horne &amp; Band, um dos maiores expoentes deste gênero que nasceu nos Estados Unidos e foi difundido no Brasil por artistas como Tim Maia, Jorge Benjor, Toni Tornado e Simonal, entre outros.</p>
<p><strong>O Bira Bossa Jazz</strong>  é formado pelo baixista Bira e o maestro Osmar Barutti, do Sexteto do Programa do Jô. O quarteto apresenta o melhor do jazz, bossa nova e sucessos que marcaram a cultura da black music no Brasil. Com 50 anos de carreira, o músico Bira comanda o grupo, que conta ainda com um contra-baixista e duas backing vocals. No show Bira toca, canta e conta passagens interessantes de sua trajetória  ao lado de grandes nomes como João Gilberto, Gilberto Gil e Caetano Veloso.</p>
<p>A cantora<strong> Izzy Gordon </strong>é a convidada especial<strong>. </strong>Filha de Dave Gordon e sobrinha da cantora Dolores Duran, elacresceu ouvindo jazz e muita música brasileira, convivendo com nomes como Jair Rodrigues, Tim Maia, César Camargo Mariano, Rita Lee, Wilson Simonal, Cassiano, Marisa Gata Manso e muitos outros, que  frequentavam sua casa para bate-papos com o pai e <em>jam sessions</em> no piano que ela estudava. Seu repertório inclui sucessos de seus “mestres” e músicas internacionais que vão do jazz a soul music.</p>
<p><em>A black music</em> não é apenas uma música de raízes negras. É uma cultura musical  que nasceu da work songs, canções entoadas por<a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/11/Izzy-Gordon.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4135" title="Izzy Gordon" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/11/Izzy-Gordon-300x282.jpg" alt="" width="300" height="282" /></a> escravos africanos nas plantações do Sul dos Estados Unidos, originando o jazz, rythm blues, blues, spirituals, gospel, soul music e funk e tantos outros ritmos carregados de melodias e mensagens com características marcantes. Foi chamada de race music (música da raça) e a partir dos anos 40, foi oficializada <strong><em>black music</em></strong>, pela Revista Billboard. Entre seus representantes estão <strong>Diana Ross, The Temptations, Smoky Robson, Aretha Franklin , Tina Turner, Paul Simon, Sade e Earth-Wind and Fire.</strong>No Brasil ficou difundida pelos trabalhos de<strong> Tim Maia, Jorge Benjor, Cassiano, Gerson King Combo, Simonal e Toni Tornado.</strong></p>
<p>O <strong>Black In Concert</strong> marca as comemorações da ABBM pelo Ano Internacional do Povos Afrodescendentes, declarado pela ONU (Organização das Nações Unidas) para o ano de 2011.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">As atrações</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço &#8211; Black In Concert</strong></p>
<p><strong>Data: 05 de novembro, às 20 horas</strong></p>
<p><strong>Atrações:</strong> Bira Bossa Jazz  e  Izzy Gordon</p>
<p><strong>Data: 18 de dezembro, às 20 horas</strong></p>
<p><strong>Atração:</strong> Jimmy Bo Horne &amp; Band</p>
<p><strong>Local:</strong> Bourbon Convention Ibirapuera – Av. Ibirapuera, 2927 – Moema</p>
<p><strong>Informações:</strong> <a href="tel:11.%203452-9329" target="_blank">11. 3452-9329</a> ou 5515-2519</p>
<p><strong>Lugares:  </strong>390<strong></strong></p>
<p><strong>Ingressos:</strong> <a href="tel:11.%204003-1212" target="_blank">11. 4003-1212</a> – <a href="http://www.ingressorapido.com.br/" target="_blank">www.ingressorapido.com.br</a></p>
<h2>Valores:</h2>
<h2>- Setor A &#8211; R$ 300,00 por pessoa (área VIP -  com serviço).</h2>
<h2>- Setor  B &#8211; R$ 200,00 por pessoa (com serviço<em>)</em>.</h2>
<h2>- Setor C &#8211; R$ 130,00 por pessoa.</h2>
<h2>- Setor D1 e D2 &#8211; R$ 100,00 por pessoa</h2>
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		<title>Gaby Amarantos a rainha do tecnobrega</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 12:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Também conhecida como a Beyoncé do Pará, a musa do tecnobrega brasileiro, Gaby Amarantos não sai das paradas de sucesso. Embarcando no sucesso que voltou com a Banda Callypso, ela ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/10/gabi-amarantos.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4102" title="gabi-amarantos" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/10/gabi-amarantos-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a>Também conhecida como a Beyoncé do Pará, a musa do tecnobrega brasileiro, Gaby Amarantos não sai das paradas de sucesso. Embarcando no sucesso que voltou com a Banda Callypso, ela não para de fazer shows e é sucesso absoluto por onde vai.</p>
<p>Sua versão de &#8220;Single ladies&#8221;, da cantora americana Beyoncé, foi mais executada nas rádios paraenses do que a própria versão original, que na voz de Gaby virou &#8220;Tô solteira&#8221;.</p></div>
<p>No último carnaval, a cantora de 31 anos, calculava que umas duas mil pessoas veriam sua apresentação no festival Rec Beat, em Recife. Naquela madrugada, porém, mais de 30 mil foliões frenéticos se acabaram de dançar com sua banda, a Tecno Show.</p>
<p>Sobre o apelido, ela comenta:</p>
<p>— Isso não é apelido, é elogio. Beyoncé é a diva-mor do espaço sideral. E a moda agora é ser diva — adianta Gaby, cada vez mais popular fora do circuito paraense de aparelhagens.</p>
<p>Ela também estará numa coletânea da Som Livre sobre a nova cena do tecnomelody (uma versão mais compassada do tecnobrega, que andava acelerado demais, segundo ela) e tem nomes como Carlos Eduardo Miranda e a dupla Berna Ceppas e Kassin a postos para produzir seu próximo disco. Uma mudança imensa para quem já foi expulsa de dois grupos musicais.</p>
<p>Gaby nasceu em Jurunas, na periferia de Belém, uma comunidade de 50 mil pessoas onde sobra violência e faltam condições sanitárias e habitacionais, mas que ao mesmo tempo é a célula musical pulsante da capital.</p>
<p>Aos 16 anos, começou a cantar na igreja. E era lá que pretendia ficar (&#8220;Eu queria cantar para Jesus&#8221;), não fosse um empurrãozinho dos colegas:</p>
<p>— A missa acabava, e a gente ia para a pracinha tocar MPB e brega. Formei a minha primeira plateia ali na igreja, tinha gente que ia à missa só para me ouvir cantar. E acho que alguns colegas sentiram inveja, porque fui &#8220;gentilmente convidada&#8221; a me retirar do grupo. Saí dali chorando e fui afogar as mágoas com um sorvete num barzinho. Um cara que tocava violão me reconheceu da missa e fez convite para uma canja. Comecei com Maria Bethânia e acabei no brega, num transe. Quando vi, o povo estava arrastando as mesas para dançar. Então, posso dizer que fui da igreja para a noite no mesmo dia — ri.</p>
<p>Em 2001, depois das fases da igreja e dos bares, Gaby montou seu primeiro grupo de brega, o Quero Mais — do qual também foi expulsa, numa típica cena &#8220;ela ou eu&#8221; (a banda escolheu ficar com o outro vocalista). Para sua sorte, pessoas com faro mais fino apareceram no caminho. Mas, antes, ela precisou formar a banda Tecno Show.</p>
<p>Em 2002, o brega era onipresente em Belém — e Gaby estava na ponta do movimento que injetou batidas eletrônicas e suingue caribenho à música paraense.</p>
<p>Gaby não perde o sono com possíveis problemas com direitos autorais — até porque, ela explica, não comercializa as versões que faz. Contabilizar álbuns vendidos também não é uma preocupação sua:</p>
<p>— Acho que temos uns 200 mil discos vendidos. Ou uns 300 mil, não sei. Depois dos shows, vendemos a R$2, que é o preço de custo. E, se o sujeito está sem dinheiro, às vezes eu dou o CD. O importante é levar o trabalho para casa.</p>
<p>Shows, ela faz aos montes, de 12 a 18 por mês. E vive muito bem com os cachês que recebe. Curioso, portanto, que uma artista tão independente tenha ido parar numa coletânea de uma grande gravadora como a Som Livre. Para Gaby, isso só comprova o crescente interesse pela cena paraense. Sua música também esteve em três compilações europeias sobre música brasileira.</p>
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		<title>Beethoven pode ter sido negro</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 18:06:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Livros e pesquisas afirmam: o gênio da música pode ter sido negro
A afirmação pode parecer estranha à primeira vista, porém, de acordo com o livro Beethoven – A Música e a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/10/Beethoven-negro.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4080" title="Beethoven-negro" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/10/Beethoven-negro-239x300.jpg" alt="" width="239" height="300" /></a>Livros e pesquisas afirmam: o gênio da música pode ter sido negro</em></p>
<p><em></em>A afirmação pode parecer estranha à primeira vista, porém, de acordo com o livro <em>Beethoven – A Música e a Vida</em>, escrito por Lewis Lockwood, um dos grandes especialistas em Beethoven da atualidade, declarações de diversas pessoas que tiveram a sorte de conviver com o compositor alemão garantem, ele era negro ou há uma grande probabilidade de isto ser verdade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A família Fischer, proprietária da casa onde Beethoven cresceu, em Bonn, relata: “Era homem baixo e forte, de ombros largos, pescoço curto, cabeça grande e nariz redondo, com tez escura. Ele sempre se inclinava um pouco para frente ao caminhar”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em outros diários as afirmações corroboram a premissa: “Era baixo e de aparência comum, de rosto feio, avermelhado e cheio de marcas. Seu cabelo era muito escuro e caía, desarrumado, em torno do rosto. (…) Suas roupas eram ordinárias, não muito diferentes da moda daqueles dias. (…) Falava com um sotaque forte e de uma maneira bastante comum. (…) Seu rosto, de expressão resoluta, exibia marcas, talvez de varíola”.  A análise de sua máscara mortuária revela também a existência de lesões e sulcos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O editor da revista <em>Pride</em>, dedicada à comunidade africana e antilhesa do Reino Unido, afirma ser evidente a existência de um complô com a finalidade de ocultar a origem negra de Beethoven. Shabazz Lamumba, autor do artigo, afirma se tratar de um desejo dos brancos em se apropriar do compositor. Lamumba cita, ainda, a descrição do antropólogo Frederick Hertz que, em seu livro <em>Raça e Civilização</em>, descreve a pele morena e o nariz largo do gênio de Bonn.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sabe-se que os antepassados paternos de Beethoven eram flamengos e que, devido ao cabelo espesso e pele morena, o compositor era<a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/10/Beethoven-mascara-negro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4081" title="Beethoven-mascara-negro" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/10/Beethoven-mascara-negro.jpg" alt="" width="104" height="145" /></a> muitas vezes chamado por seus amigos de “espanhol”. Teorias afirmam que Beethoven descenderia de escravos emigrados das colônias holandesas da América Central (em particular, da colônia de São Domingos).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A dominação espanhola nos Países Baixos – com a anterior dominação moura na Península Ibérica durante a Idade Média - mostra não ser impossível que corresse nas veias do compositor certa porção de sangue ibérico ou, em última instância, mouro, remontando às supostas origens africanas do músico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As feições encontradas na máscara mortuária do compositor em Heiligenstadt, Viena, podem confirmar tais afirmações. Será que onde há fumaça há fogo? Nunca saberemos.</p>
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