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	<title>Revista Afro &#187; No Poder</title>
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	<description>Afro até no nome !</description>
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		<title>Goya Lopes: especialista no universo negro</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 20:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desenho, artesanato, pinturas, e, principalmente roupas, compõem o universo da designer baiana Goya Lopes. Conhecida por criar coleções inspiradas em conteúdo moderno e com embasamento na cultura afro, Goya vem ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/goya-lopes.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4480" title="goya lopes" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/goya-lopes-296x300.jpg" alt="" width="296" height="300" /></a>Desenho, artesanato, pinturas, e, principalmente roupas, compõem o universo da designer baiana Goya Lopes. Conhecida por criar coleções inspiradas em conteúdo moderno e com embasamento na cultura afro, Goya vem dando o que falar em Roma e em Nova York, com sua grife Didara, que significa bom, na língua africana iorubá.</p>
<p>Em suas roupas, ela abusa de cores fortes como amarelo, laranja, vermelho, e muita brasilidade e motivos africanos. O trabalho conquistou até mesmo artistas conhecidos como o brasileiro Moraes Moreira e o jamaicano Jimmy Cliff.</p>
<p>Já os seus desenhos, com cenas de caçada ou representações de grandes animais ou figuras abstratas, são feitos depois de muita pesquisa. Quando surge a idéia, ela se debruça sobre o trabalho. Levanta dados e consulta sociólogos. Seus trabalhos estiveram em mais de 20 exposições coletivas, além de individuais pelo mundo.</p>
<p>Como toda boa baiana, Goya também tem um interesse e carinho especial pela religiosidade brasileira. Mandalas, orixás, e a cultura iorubá são seus temas preferidos. Quando a criação chega ao fim, a designer não quer saber de classificações. “Cada elemento pesquisado para a pintura é visto, é perceptível, mas dentro de uma integração. Um penetra no outro. É esse universo que deve ser apreciado”, reforça.</p>
<p>As pesquisas minusciosas usadas em suas obras vem de um sonho antigo de ser arqueóloga. As línguas primitivas e pinturas rupestres sempre foram de seu interesse.<br />
Atualmente, embora tenha abandonado a produção artesanal para se dedicar plenamente às roupas, Goya não deixou de trabalhar com a sensação das peças únicas. &#8220;Não faço grande produção. Prefiro dar satisfação a quem compra, me preocupo com a clientela&#8221;.</p>
<p>O resultado foi o sucesso da grife Didara, lançada em 1986. A exportação para o exterior começou dois anos depois. Hoje, a marca está instalada em Salvador no Centro Histórico e em São Paulo, onde Goya começa a trabalhar uma linha de decoração com suas estampas. Sua equipe atual conta com 17 pessoas, mas a designer assume parte ativa da empresa.</p>
<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/goya-lopes4.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4481" title="goya lopes4" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/goya-lopes4-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>- O que me motiva a criar são vários fatores. Um deles é a convivência com as raízes africanas da Bahia, que estão registradas também pelas lentes dos fotógrafos da Boa Terra, dentre eles Pierre Verger e Adenor Gondim. Esses artistas da imagem captam a essência viva da cultura do povo da Bahia. Conviver rotineiramente com essas imagens faz parte de minha vida de criadora, universo de minha realização como artista &#8211; exemplifica ela.</p>
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		<title>Mulheres mostram sua força e dividem prêmio Nobel da Paz 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 12:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 2011, um feito inédito marcou a premiação do Prêmio Nobel da Paz. Três mulheres &#8211; a presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, a militante Leymah Gbowee, também liberiana, e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/Ellen.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4442" title="Ellen" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/Ellen-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Em 2011, um feito inédito marcou a premiação do Prêmio Nobel da Paz. Três mulheres &#8211; a presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, a militante Leymah Gbowee, também liberiana, e a jornalista e ativista iemenita Tawakkul Karman &#8211; foram laureadas com a homenagem. Ellen e Leymah são negras, assim como o vencedor de 2010, o atual presidente americano Barack Obama.</p>
<p>Ellen Johnson Sirleaf, de 72 anos, foi a primeira mulher a ser livremente eleita presidente de um país africano, em 2005. Economista e mãe de quatro filhos, ela é chamada de &#8220;dama de ferro&#8221; em seu país, e após ser agraciada com o prêmio, foi reeleita na Libéria, um feito inédito na África.</p>
<p>&#8220;Desde sua posse em 2006, contribuiu para garantir a paz na Libéria, para promover o desenvolvimento econômico e social e reforçar o lugar das mulheres&#8221;, disse Thorbjoern Jagland, presidente do comitê do Nobel, ao justificar a premiação.</p>
<p>A compatriota Leymah Gbowee teve um papel importante como ativista durante a segunda guerra civil liberiana, em 2003. Ela mobilizou as mulheres no país pelo fim da guerra, organizando inclusive uma &#8220;greve de sexo&#8221; em 2002.</p>
<p>Também organizou as mulheres acima de suas divisões étnicas e tribais no país, ajudando a garantir direitos políticos para elas. A ativista estava em Nova York quando soube do prêmio e se mostrou surpresa. Para ela, as mulheres devem se organizar mais e agir para resolver seus problemas, seja lá quais forem estes.</p>
<p>E Tawakkul Karman, ativista iemenita pró-direitos das mulheres, tem importante participação na chamada Primavera Árabe, movimento pró-abertura democrática que vem sacudindo politicamente vários países do mundo árabe desde o início do ano.</p>
<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/Leymah.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4443" title="Leymah" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/Leymah-300x193.jpg" alt="" width="300" height="193" /></a>Thorbjoern Jagland argumentou que as laureadas foram &#8220;recompensadas por sua luta não violenta pela segurança das mulheres e pelos seus direitos a participar dos processos de paz&#8221;.</p>
<p>&#8220;A esperança do comitê é de que o prêmio ajude a colocar um fim na opressão às mulheres que ainda ocorre em muitos países e a reconhecer o grande potencial para democracia e paz que as mulheres podem representar&#8221;, disse o presidente.</p>
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		<title>Cantor Youssou N&#8217;dour pode ser eleito presidente no Senegal</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 14:38:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/YOUSSOU.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4434" title="YOUSSOU" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/YOUSSOU-300x237.jpg" alt="" width="300" height="237" /></a>Por esta ninguém esperava. No início do mês de juaneiro, o famoso cantor senegalês Youssou N&#8217;dour surpreendeu o país, e declarou que vai se candidatar às eleições presidenciais de fevereiro no Senegal. Youssou é crítico aberto do atual presidente e candidato a um terceiro mandato, Abdoulaye Wade.</p>
<p>- Eu sou candidato, e vou participar da disputa presidencial &#8211; confirmou N&#8217;dour em entrevista para seu próprio canal de rádio e TV, Television Futurs Medias (TFM). &#8211; É verdade, eu não tenho educação superior, mas a presidência é uma função, não um emprego. Eu já provei minha competência, meu comprometimento, minha eficiência e meu rigor inúmeras vezes. Eu estudei na escola do mundo.</p>
<p>Recentemente, o presidente Wade virou alvo de protestos após aprovar mudanças controversas na Constituição do Senegal. A menos de dois meses das eleições, as tensões no país aumentaram exponencialmente, e as pesquisas mostram que a opinião da população ainda é incerta.</p>
<p>Apesar de surpreender com o anúncio, N&#8217;dour tem um histórico de protestos políticos, além de uma enorme popularidade no Senegal. Ele é um dos grandes responsáveis por tornar a música do país internacionalmente famosa. Sua mistura de ritmos locais com salsa, jazz e hip-hop o tornou mundialmente conhecido e lhe rendeu até uma indicação para o Grammy, maior prêmio da música internacional, na década de 90 com o hit “Seven seconds”.</p>
<p>Há anos, o músico também trabalha em causas humanitárias e é embaixador da Unicef. Durante a crise da fome na Somália, que se alastrou no ano passado, N&#8217;dour criticou abertamente a resposta dos líderes africanos à catástrofe.<br />
- Durante muitos anos, homens e mulheres demonstraram seu otimismo em relação a um novo Senegal. Eles, de várias maneiras, pediram minha candidatura e eu ouvi. &#8211; disse o músico.</p>
<p>O atual presidente Wade, de 85 anos, demonstra preocupação com a decisão do cantor. Os protestos e debates contra o seu governo começaram em junho de 2011 e se tornaram o maior empecilho político para o presidente desde o início de seu governo, em 2000. Wade queria mudar a Constituição nacional, diminuindo a proporção de votos necessárias para se eleger presidente de mais de 50% para apenas 25%.</p>
<p>Wade também queria criar um cargo eleitoral de vice-presidente, um mecanismo que muitos suspeitaram ser direcionado para beneficiar seu filho Karim. As modificações acabaram não indo adiante, mas o mandatário decidiu se candidatar a um terceiro mandato, apesar da Constituição do país só permitir uma reeleição, alegando que seu primeiro governo não conta, já que a emenda é posterior a 2000.</p>
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		<title>Immaculée Ilibagiza: uma sobrevivente</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 11:05:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/sobrevivi.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4380" title="sobrevivi" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/sobrevivi.jpg" alt="" width="230" height="340" /></a>Nascida e criada em Ruanda, Immaculée Ilibagiza, filha de um casal de professores líderes em sua aldeia, estudou eletrônica e engenharia mecânica na Universidade Nacional do país. Mas, da noite para o dia, sua vida mudou. Ela visitou o Brasil recentemente para falar sobre o seu mais recente livro: “Sobrevivi para contar”, um relato duro e sincero sobre as torturas, fugas e diversas outras situações que a jovem enfrentou, aos 22 anos, para sobreviver.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1994, os hutus exterminaram quase 1 milhão de tutsi, num massacre histórico em Ruanda.  Os jovens hútus, que antes eram seus vizinhos, colegas de turma e até amigos, tomaram o poder e se transformaram em caçadores, treinados para matar os inimigos como baratas, violar mulheres, esquartejar crianças e torturar todos os rivais que encontrassem pela frente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Única mulher de quatro irmãos, para escapar da morte, Immaculée encontrou abrigo na casa de um pastor, onde dividiu o espaço de um banheiro com mais 7 mulheres, durante 91 dias. Três meses confinada num banheiro minúsculo com mais sete mulheres famintas e aterrorizadas, sem condições mínimas de higiene, saúde e alimentação, lutando contra o desespero e ouvindo as vozes dos assassinos que queriam matá-la cruelmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Armados com facões, os extremistas hútus do movimento juvenil Interahamwe (aqueles que atacam em conjunto) revistaram a casa do religioso várias vezes, mas nada descobriram, segundo conta a autora, por puro milagre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao sair, Immaculée havia perdido 23 quilos, carregava uma Bíblia, um dicionário de inglês e um rosário. Após sofrer com a perda de quase toda a sua família e amigos, e sobreviver em condiçõesde vida precária, ela surpreendeu a todos, perdoando os assassinos e torturadores. Depois de recuperada, passou a trabalhar na Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/immaculee.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4381" title="immaculee" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2012/01/immaculee-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Em 1998 mudou-se para Nova York e continuou a trabalhar nos escritórios da organização durante vários anos. Hoje, tem sua própria família e viaja o mundo realizando conferências.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ativista recebeu doutorado honoris causa da Universidade de Notre Dame e da Universidade de Saint John&#8217;s e tem sido reconhecida e agraciada com vários prêmios humanitários, incluindo: O Mahatma Gandhi Prêmio Internacional para a Reconciliação e Paz 2007; finalista como um dos Belifnet.com &#8216;s &#8220;Most Inspiring People of the Year 2006&#8243;, e um receptor de Mulheres do Legacy da American Força e Coragem Award. Left to Tell recebeu um Christopher Award &#8220;afirmar os valores mais elevados do espírito humano&#8221;, e foi escolhida como a seleção Outreach Magazine&#8217;s para &#8220;melhor testemunho Outreach / Biografia de Recursos de 2007&#8243;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje Immaculée é considerada um dos principais oradores do mundo em paz, fé e perdão.</p>
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		<title>Carlos Alberto Marsal: um dos homens por trás do Sírio-Libanês</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 11:20:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/12/carlos-alberto-marsal.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4351" title="carlos-alberto-marsal" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/12/carlos-alberto-marsal.jpg" alt="" width="483" height="303" /></a>Lula, José Alencar e Reynaldo Gianecchini. O que eles têm em comum? Todos tiveram câncer nos últimos anos. Mas além disso, todos cuidaram do problema em um mesmo lugar. Na última década, o Hospital Sírio-Libanês, localizado no bairro da Bela Vista, nas imediações da tradicional Avenida Paulista, em São Paulo, passou a receber empresários e políticos de expressão no cenário nacional, em busca de tratamento de saúde.<br />
Centro de excelência médica no país, o espaço se notabilizou como referência no tratamento contra o câncer. A atual presidente Dilma Rousseff também escolheu a instituição para se tratar, assim como o fizeram antes dela o atual presidente paraguaio, Fernando Lugo. A razão: no campo da oncologia, o Sírio-Libanês não fica nada a dever aos grandes hospitais mundiais.<br />
Uma das pessoas que está por trás de toda a equipe médica, colaborando para o bom funcionamento do hospital, é o superintendente de controladoria e finanças, Carlos Alberto Marsal. Famoso por tomar decisões importantes e na função há mais de 10 anos, o médico é um dos responsáveis pelo sucesso do hospital.<br />
É ele quem cuida da compra de nova aparelhagem e de tudo o que está relacionado à dinheiro. Com pulso firme de um líder nato, Marsal fala que para 2012, a ideia é ampliar mais ainda a área de oncologia, e até 2013, pretende concluir o investimento de R$ 1 bilhão, iniciado em 2009, que inclui a compra de equipamentos sofisticados, como o acelerador linear Novalis TX.<br />
Mesmo na cidade de São Paulo, o Sírio também passou a atender pacientes de câncer na sua unidade no bairro do Itaim Bibi. “A construção das filiais está sendo financiada com recursos próprios”, diz Carlos Alberto Marsal. Segundo ele, a receita do Sírio deve chegar a R$ 820 milhões neste ano, o que representa um crescimento de 15% em relação a 2010.</p>
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		<title>Rosângela Santos: a brasileira-americana que ganhou ouro no Pan</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 11:13:47 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/11/rosangela-santos.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4230" title="rosangela-santos" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/11/rosangela-santos-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Ela não sabia se ria ou se chorava ao conquistar o ouro na prova dos 100m rasos nos últimos Jogos Pan-Americanos. A mesma menina que surpreendeu o país no Troféu Brasil de 2008 com apenas 17 anos mais uma vez encheu os brasileiros de orgulho. Com direito a recorde pessoal (11s22), a bela negra de olhos verdes deixou para trás a compatriota Ana Cláudia Lemos e faturou a 999ª medalha do Brasil na história do Pan.</p>
<p>Norte-americana de nascimento, Rosângela tem uma história peculiar. Os pais viajavam muito e ela acabou vindo ao mundo na terra do Tio Sam.</p>
<p>“Estados Unidos nada, tanto que não deixei a americana [Barbara Pierre, prata] passar. O ouro é do Brasil e vai ficar lá enquanto eu for defendê-lo”, vibrou Rosângela.</p>
<p>Apaixonada por samba, a americana-brasileira tem um histórico e tanto. Seu avô foi um dos fundadores da Mocidade Independente de Padre Miguel, e além de velocista, um dos sonhos desta bela brasileira é ser passista!</p>
<p>Sua história no Atletismo começou cedo. Logo aos 16 anos, começou a ganhar projeção no Campeonato Brasileiro de Menores, no qual venceu os 100 m e foi eleita a melhor atleta da competição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No ano seguinte, em 2007, a brasileira conseguiu a medalha de prata no Mundial de Menores, disputado em Ostrava, na República Checa, com o tempo de 11s46. Na prova, Rosângela registrou exatamente a mesma marca da vencedora, Asha Philip, da Grã-Bretanha, que levou o ouro por ter conseguido um melhor tempo de reação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já em 2008, durante o Troféu Brasil de Atletismo, a atleta marcou 11s52 e conseguiu o índice B, assegurando uma vaga para disputar os Jogos Olímpicos de Pequim. Na China, fez parte da equipe de revezamento 4&#215;100 m brasileiro que chegou à final da competição e terminou a prova na quarta posição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após despontar como grande promessa, no entanto, Rosângela enfrentou um grave problema de lesão, que a afastou das pistas por<a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/11/rosangela-santos-atleta.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4231" title="rosangela-santos-atleta" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/11/rosangela-santos-atleta.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a> mais de dois anos e a fez pensar em desistir. Recuperada, voltou a se destacar e conseguiu o segundo lugar na edição 2011 do Troféu Brasil, com 11s36, superada por dois centésimos por Ana Cláudia Lemos &#8211; rival que bateu nesta terça no México.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De volta aos pódios a que estava acostumada, Rosângela Santos fez bonito no Mundial de Atletismo de Daegu, obtendo, junto ao time brasileiro, uma vaga entre as oito melhores equipes, na final do revezamento 4&#215;100 m rasos. Individualmente, caiu na semifinal e terminou na 13ª posição geral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Guadalajara, a atleta estabeleceu um recorde pessoal atrás do outro. Após registrar 11s26 na semifinal da prova, ela baixou o tempo para 11s22 na decisão por medalhas e conquistou o ouro, deixando para trás a americana Barbara Pierre e Reeze Shakera, prata e bronze, respectivamente. Ana Cláudia Lemos, melhor brasileira no ranking, ficou com o quinto posto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar do triunfo no Pan do México, Rosângela Santos ainda não conseguiu uma vaga para disputar os próximos Jogos Olímpicos. Para a prova dos 100 m em Londres, o índice de classificação é 11s20, dois centésimos abaixo do melhor tempo da carreira da brasileira, conseguido em Guadalajara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A torcida brasileira é grande! E mesmo que Rosângela não consiga uma vaga nas Olimpíadas, ela já tem um lugar cativo no Carnaval de 2012!</p>
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		<title>Nonkululeko Nyembezi-Heita</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 10:58:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/11/NKU.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4182" title="NKU" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/11/NKU-300x210.jpg" alt="" width="300" height="210" /></a>Nascida em 1960, na África do Sul, Nonkululeko Nyembezi-Heita, também chamada pela mídia de &#8220;NKU&#8221; devido ao seu nome quase que impronunciável, desde 2008, é a CEO da ArcelorMittal SA, maior siderúrgica do mundo. Casada e mãe de dois filhos, ela começou a carreira corporativa como engenheira da IBM. Em seguida, tornou-se a diretora de estratégia corporativa do Grupo Vodacom. Nesta posição, era responsável pela formulação do grupo estratégia formal dentro do grupo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nyembezi-Heita também exerceu a função de CEO da Alliance Capital Management e cadeira-pessoa da Alliance Capital na Namíbia. Ela tem vasta experiência em administração geral e marketing, tendo cumprido várias funções de marketing, técnicas e de gestão da IBM nos Estados Unidos, África do Sul e Namíbia.</p>
<p>NKU é graduada pela Universidade de Manchester (Reino Unido) com honras em engenharia elétrica, e possui mestrado do Instituto de Tecnologia da Califórnia (EUA), além de um MBA pela Open University Business School (UK).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde muito cedo, mostrava ter tino para os negócios. Hoje, é um exemplo de mulher no poder, e já foi nomeada diversas vezes por especialistas e este ano figurou pela primeira vez na lista da Forbes como uma das mulheres mais poderosas do mundo, feito que chamou a atenção da mídia de todo o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seu trabalho também está diretamente ligado à África, pois ela, como CEO da ArcelorMittal, resolver atuar diretamente na linha de frente da África do Sul, um dos países com maiores fontes de matéria-prima, criando uma grande base da empresa por lá. Enfrentou grandes desafios no comando da empresa, por divergências com importantes fornecedores, e, apesar da constante expansão em território africano, ainda há etapas a serem vencidas.</p>
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		<title>Morgan Freeman protesta contra o racismo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 11:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/11/Morgan-Freeman.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4126" title="Morgan Freeman" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/11/Morgan-Freeman.jpg" alt="" width="335" height="250" /></a>O ator americano Morgan Freeman, reconhecido mundialmente como ativista contra a discriminação racial, afirmou que o preconceito &#8220;continua vivo&#8221; em seu país, apesar de acreditar que seja uma questão de tempo para que isso &#8220;passe&#8221;, disse em entrevista à AFP.<br />
Morgan, 74 anos, escolheu viver no Mississipi &#8211; um dos estados mais violentos durante a época da segregação racial americana -, apesar de toda a sua pompa: cinco indicações ao Oscar, um salário astronômico, e a admiração de cineastas, que permitiriam a ele viver em um palacete nas colinas de Beverly Hills.<br />
Em Clearwater, balneário próximo a Tampa (Flórida, sudeste), onde promove o filme &#8220;O Golfinho&#8221;, Freeman acredita que, como na maioria dos estados do sudeste, no Mississipi ainda há discriminação racial, e que isso o faz manter os pés no chão.<br />
&#8220;O racismo continua vivo neste país, não apenas no sudeste&#8221;, disse o vencedor do Oscar em 2005 por &#8220;Menina de Ouro&#8221;. E lembra que na cidade onde vive, Charleston, &#8220;ainda agora, as crianças brancas e negras não estão autorizadas a se juntar&#8221;.</p>
<p>Ao contar que até poucos anos atrás os estudantes secundários não podiam fazer uma mesma festa de formatura interracial, o ator revelou que &#8220;já não é assim agora, mas isso não quer dizer que as crianças estejam autorizadas a se misturar, a brincar, a sair juntas entre elas&#8221;, afirmou.<br />
Em 2008, Freeman ofereceu pagar a festa de formatura dos alunos de uma escola secundária de Charleston, caso aceitassem se integrar. A maioria aceitou a condição, pela primeira vez na história desse colégio. Mas um pequeno grupo de crianças brancas, na maioria pressionadas por seus pais, decidiu fazer uma festa privada sem colegas afroamericanos.<br />
A história inspirou o documentário &#8220;Prom Night in Mississippi&#8221;, de 2009.<br />
&#8220;Talvez sejamos o único país que foi à guerra por isso. Não pelo território, mas sim pelo direito a manter os negros na escravidão. É algo econômico&#8221;, sustentou o ator.</p>
<p>&#8220;Para manter qualquer humano em uma situação assim, você precisa reduzir esse ser humano a algo menor que um humano. E isso leva muitas gerações para apagar essa ideia&#8221;, completou o chofer de &#8220;Conduzindo Miss Daisy&#8221; (1989).</p>
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		<title>Michelle Obama – Além do papel de primeira-dama</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 15:57:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/10/michelle-obama.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4093" title="michelle-obama" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/10/michelle-obama-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a>Michelle LaVaughn Robinson Obama nasceu em Chicago, nos Estados Unidos. É formada em Sociologia pela Universidade de Princeton, e estudou Direito na Universidade de Harvard. Com seu currículo, conseguiu um emprego na área de Marketing e propriedade intelectual de um escritório de advocacia de Chicago. Foi lá onde ela conheceu Barack Obama. Os dois se casaram em 1992 e tiveram duas filhas: Malia e Sasha.<br />
Durante as eleições presidenciais de 2008, nos Estados Unidos, Michelle ganhou destaque por atuar fortemente na campanha de seu marido, Barack Obama, que se tornou o primeiro presidente negro do país.<br />
Michelle é elogiada por fashionistas por seu estilo clássico. Ela também recebe atenção da mídia por desempenhar bem seu papel de primeira-dama nos Estados Unidos, apoiando projetos como <em>Joining Forces</em>, que auxilia família de militares, e <em>Move Your Body,</em> que luta contra obesidade infantil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de ser casada com o primeiro negro presidente dos Estados Unidos, Michelle se tornou conhecida por ter voz ativa também ao lado do presidente, atuando como uma verdadeira conselheira, e desempenhando um importante papel como primeira-dama. Michelle é uma figura respeitada, por ser correta e ter posição política, o que nem sempre é visto em sua posição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alguns acreditam que a participação de Michelle na campanha de Obama tenha sido um dos fatores que ajudaram o presidente a se eleger. Ela tornou-se uma defensora das prioridades políticas de seu marido, promovendo notas que apoiam isto. Michelle também promoveu uma recepção da Casa Branca para a defesa do direito das mulheres e pronunciou seu apoio à nota de estímulo econômico em visita ao Departamento dos Estados Unidos de Habitação e Desenvolvimento Urbano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao que tudo indica, Michelle deve se espelhar no marido, e seguir carreira política, porém, nada ainda é certo. Já foi reconhecida por diversos especialistas e pela lista da Forbes como uma das mulheres mais influentes e poderosas do mundo, e claro, muito bem vestida.</p>
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		<title>Helene D. Gayle: em defesa do ser humano</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 19:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>angelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Helene D. Gayle é presidente e CEO da CARE EUA, uma organização humanitária internacional líder, com aproximadamente 10.000 funcionários cujos programas de combate à pobreza atingiram 82 milhões de pessoas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/10/helene-gaye.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4052" title="helene-gaye" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/10/helene-gaye-300x236.jpg" alt="" width="300" height="236" /></a>Helene D. Gayle é presidente e CEO da CARE EUA, uma organização humanitária internacional líder, com aproximadamente 10.000 funcionários cujos programas de combate à pobreza atingiram 82 milhões de pessoas no ano de 2010 em 87 países. Desde que ingressou na CARE em 2006, Helene liderou os esforços para reforçar o compromisso da CARE em capacitar jovens e mulheres para trazer uma mudança duradoura para as comunidades pobres.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Sob sua liderança, a CARE tem reforçado seu enfoque no impacto a longo prazo, aumentado seus esforços em negociações políticas e aprofundado as ligações entre pobreza e meio ambiente.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Gayle tem alavancado o poder de parceiros empresariais com a ONG CARE para expandir significativamente o alcance da empresa no planeta. Especialista em saúde, desenvolvimento global e questões humanitárias, ela trabalhou 20 anos no Centers for Disease Control (Centro de Controle de Doenças americano), trabalhando principalmente na pesquisa da AIDS. Dr. Gayle, em seguida, foi para a Fundação Bill &amp; Melinda Gates, direcionando programas sobre a AIDS e outros problemas de saúde global.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Hoje, Gayle atua em diversos conselhos, incluindo o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, a Fundação Rockefeller, a companhia Colgate-Palmolive, Cox Enterprises Incorporated e ONE. Ela é membro do Conselho de Relações Exteriores e da Associação Americana de Saúde Pública. Também preside o Conselho Consultivo da Administração Presidencial de Obama sobre a AIDS, e serve ainda na Comissão do presidente na Casa Branca Bolsas.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;"> </span></p>
<p><span style="font-family: verdana, sans-serif;">Nomeada a top 1 da revista Foreign Policy do &#8220;Top 100 Pensadores Globais&#8221;, e top 10 da revista Newsweek, &#8220;Mulheres na Liderança&#8221;, Gayle tem ganhado destaque nacional e internacional. Ela também publicou numerosos artigos científicos em revistas especializadas. Gayle também ganhou um prêmio em psicologia na Barnard College, na Universidade da Pensilvânia e na Johns Hopkins University.</span></p>
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