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	<title>Revista Afro &#187; Social</title>
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		<title>Camisa da Seleção ajuda ONG</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 21:57:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cida Frias</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/06/camisa-selecao-brasileira-revista-afro.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1577" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/06/camisa-selecao-brasileira-revista-afro-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Desde 2003, a ONG Ajudar Vale a Pena (AVP), de Samambaia, cidade do Distrito Federal, reúne os meninos da cidade para praticar o esporte mais popular do país longe da criminalidade: o futebol. Para manter o projeto, os 15 voluntários do programa fabricam e vendem bolas de futebol. “Mas não são simples bolas. São produtos personalizados. Colocamos a foto da pessoa ou um símbolo específico nas peças”, detalha o fundador da ONG, Ronilton Venâncio Fernandes.</p>
<p>A partir dessa idéia, a ONG decidiu fabricar uma bola personalizada para o zagueiro brasiliense Lúcio. O brinquedo foi parar na Alemanha, onde o jogador brasileiro atuava em 2008. Para retribuir o gesto e ajudar a organização, Lúcio enviou uma camisa da seleção brasileira autografada por vários jogadores. O presente foi entregue pela mãe do jogador, Maria Olindina da Silva, em visita que fez a Samambaia.</p>
<p>A ONG rifou a camisa para angariar fundos para o programa, mas o ganhador preferiu deixá-la na instituição a fim de conferir credibilidade ao projeto na busca por patrocinadores.</p>
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		<title>Dignidade ao alcance das mãos</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 19:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cida Frias</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/05/ong-dar-as-maos-revista-afro.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1494" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/05/ong-dar-as-maos-revista-afro-300x219.jpg" alt="" width="300" height="219" /></a>Para mudar, é preciso começar. Foi pensando desta forma que Evandro Teodoro da Silva fundou uma Ong para cuidar dos moradores do Morro do Turano. O agente de saúde aproveitou seu bom relacionamento com todos os moradores da comunidade e hoje se dedica ao trabalho na Ong que batizou de “Vamos dar as mãos”, que atende tanto a terceira idade como jovens em idade escolar.</p>
<p>Simpático e popular, Evandro sempre teve em volta a garotada da comunidade que andava pelas vielas e, às vezes, se reuniam para uma partida de futebol. Desde 1997, o agente organiza times e põe as crianças para disputar campeonatos de futebol e vôlei. É uma atividade simples, mas que insere cultura, educação, saúde e a pratica desportiva na vida desta turma, que além de tudo aprende a conviver em sociedade e a participar de atividades em grupo. A única exigência do Evandro para participar de um time é estar estudando e ter boas notas.</p>
<p>Na ONG, os jovens participam do projeto “Futurano”, onde assistem a palestras, iniciam a alfabetização, contam com reforço escolar e ainda praticam dança de salão e diversas atividades culturais. Cursinhos para entrar no mercado de trabalho também são bastante procurados.</p>
<p>Com os idosos, Evandro aproveita sua experiência na saúde para oferecer aulas de ginástica, alongamento, caminhadas e passeios. É agregando a comunidade e levando dignidade a todos que Evandro vislumbra um futuro mais igualitário.</p>
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		<title>Gari cria biblioteca reciclada</title>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 22:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cida Frias</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/05/joão-biblioteca-clin-revista-afro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1431" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/05/joão-biblioteca-clin-revista-afro.jpg" alt="" width="160" height="100" /></a>Como uma dificuldade pode se tornar a realização de um sonho e um projeto social? É simples: basta ser perseverante e querer ajudar o próximo. Essa é a história de João Carlos Caleira, um gari que pretendia retomar os estudos, mas que não tinha muitos recursos para adquirir livros e material escolar.</p>
<p>Durante seu trabalho de recolhimento de lixo nas ruas, percebeu que muitas pessoas jogam livros fora. Daí surgiu a ideia de colecionar esses livros. Seus colegas, que também voltaram a estudar o ajudavam a recolher livros. Em pouco tempo, o gari não só montou uma biblioteca em sua comunidade, em Niterói, como completou o Ensino Médio e passou no vestibular para Gestão Ambiental. É ou não um exemplo de cidadania?</p>
<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/05/biblioteca-clin-revista-afro.jpg"></a><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/05/biblioteca-clin-revista-afro1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1434" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/05/biblioteca-clin-revista-afro1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>A biblioteca social fica no 5º Distrito de Limpeza Urbana da Companhia de Limpeza Urbana de Niterói (5º DLU/Clin). É um local aberto ao público, onde é possível estudar, pesquisar, fazer empréstimos de livros e se reciclar. Tem cerca de 10 mil exemplares e esse número tende a aumentar, já que diariamente são recolhidos livros na rua e encaminhados para a biblioteca do Clin.</p>
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		<title>O funk consciente de Kakau</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 15:24:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cida Frias</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/03/kakau-revista-afro1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1258" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/03/kakau-revista-afro1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>A história desta jovem de 37 anos começa a mudar em 1998, quando ela chega à comunidade de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, RJ. Depois de uma gravidez não planejada e sozinha, ela tenta o recomeço com trabalho honesto e confiante nas mudanças. Guerreira e cheia de atitude, passou a observar sua própria comunidade e percebeu que precisava fazer algo transformador.</p>
<p>Começou a trabalhar em projetos sociais para jovens, conscientizando-os justamente a não passar pelo problema que ela própria enfrentou: uma gravidez não desejada e o risco de contrair doenças. E foi com o funk e o hip hop, linguagem comum entre os jovens, que ela conseguiu atenção. Com a resposta positiva ao seu trabalho, tornou-se ainda mais humana e passou a ser um símbolo de mudança. Fazendo de tudo um pouco pelo lugar que a acolheu, tornou-se educadora social, cantora, compositora, brigadista e comunicadora.</p>
<p>Claudia, que prefere ser chamada de Kakau, interage diretamente com a comunidade e sua dedicação é hoje sua principal atividade. Ela pertence à Rede de Comunidades Saudáveis e desenvolve ações de prevenção à AIDS e DST`s, promove eventos, passeios e mostras buscando propagar sua mensagem, visando a saúde e o bem-estar de todos.</p>
<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/03/kakau-revista-afro.jpg"></a>Este mês, em virtude do Dia Mundial de Combate à Tuberculose, Kakau criou um funk de conscientização e distribuiu panfletos com a informação sobre a doença de porta em porta. Na letra, a “cantora” orienta a população a deixar a casa bem arejada. Segundo informações do Ministério da Saúde, o Rio de Janeiro é campeão de mortes por tuberculose no país, mesmo a doença tendo cura e sendo o tratamento bastante acessível. Determinada, ela quer ser portadora da mensagem e colaborar com a queda desta triste estatística.</p>
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		<title>Preta é exemplo de solidariedade</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 21:40:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cida Frias</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/01/Preta_Gil_revista_afro.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1165" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/01/Preta_Gil_revista_afro-300x218.jpg" alt="" width="300" height="218" /></a>A solidária cantora Preta Gil está arrecadando donativos para as vítimas do deslizamento de Angra dos Reis. Sua atitude nobre comoveu o país, a sociedade carioca e os artistas, que aderiram em massa à campanha. Querida no mundo artístico, a cantora já conseguiu entregar dois caminhões com roupas e alimentos, e continua fazendo shows às quintas-feiras na Boate The Week, em Copacabana, no Rio, para reverter parte da renda e arrecadar mais alimentos e roupas.</p>
<p>A campanha de arrecadação começou logo após a tragédia. O deslizamento acabou com parte de uma pousada, várias casas e existem outras tantas condenadas pela Defesa Civil. A cidade está em situação de calamidade. Vários pescadores perderam parentes, suas casas e muitos não têm pra onde ir.  </p>
<p>Além dos shows, a filha de Gil faz campanha também pelo Twitter, incentivando as pessoas a procurarem outros postos de arrecadação. Gesto muito nobre, Preta. Merece respeito e admiração!</p>
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		<title>Lição de vida na Lei Seca</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 19:35:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cida Frias</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/01/lei-seca-revista-afro1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1123" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/01/lei-seca-revista-afro1.jpg" alt="" width="288" height="192" /></a>O drama de Luciana personagem de Aline Moraes em “Viver a Vida” vem comovendo o Brasil durante o horário nobre. A jovem modelo ficou tetraplégica após um acidente de trânsito. Assim como a mensagem da ficção serve para conscientizar motoristas, na vida real tetraplégicos voluntários da Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (ANDEF), no Rio, colaboram com a Operação Lei Seca – Nunca Dirija Após Beber levando seu alerta. Os cadeirantes percorrem bares, boates, restaurantes e casas de shows para explicar como foram acidentados. As histórias deles são exemplos vivos da violência no trânsito, causam comoção nas pessoas e são uma realidade.</p>
<p>O projeto teve início dia 19 de março de 2009 e visa tanto a fiscalização com a realização diária de blitze como a educação, conscientização e sensibilização que é feita pelas próprias vítimas, estudantes de medicina e por fiscais do governo. Eles distribuem os famosos adesivos de apoio à lei seca, panfletos explicativos e conversam com os motoristas.</p>
<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/01/lei-seca-revista-afro.jpg"></a>Geralmente, os voluntários escolhem as vias campeãs de acidentes como as avenidas Brasil e das Américas, e perto de locais de grande concentração de pessoas, principalmente à noite. O número de acidentes nas estradas teve uma redução. Isso demonstra que a população está absorvendo a mensagem.</p>
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		<title>Samba, trabalho e oportunidades</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 20:21:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cida Frias</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2009/12/juventude-que-samba-revista-afro-24.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1073" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2009/12/juventude-que-samba-revista-afro-24-300x225.jpg" alt="juventude-que-samba-revista-afro (2)" width="300" height="225" /></a>Nem só de carnaval vive a Portela. A escola de samba mais premiada do carnaval carioca abre as portas da quadra para atender e capacitar jovens entre 16 e 29 anos, que vivem em situação de risco social e em comunidades pobre, principalmente da região de Madureira e Oswaldo Cruz, onde fica a sede da agremiação.</p>
<p> Chamado de “Juventude que Samba, Trabalha e é Feliz” o projeto oferece qualificação profissional em atividades voltadas para a chamada “indústria do carnaval” onde os jovens se especializam em cursos na área artística. São oficinas de modelagem, escultura em isopor, espuma, laminação, corte e costura, pintura, adereçaria, maquiagem artística e confecção de fantasias. O principal objetivo é capacitar jovens  para o mercado de trabalho e aumentar a auto estima, mostrando que o jovem tem um papel importante dentro da sociedade.</p>
<p>A iniciativa recebe o apoio da Petrobras e tem como coordenadora a primeira dama da Portela Val Carvalho. Além do Juventude, a escola também oferece oportunidade para adolescentes nas áreas de música e dança, através do projeto  “A gente quer Arte”. A Portela quer levar nota dez no quesito responsabilidade social, buscando com suas ações uma sociedade melhor, com mais oportunidades.</p>
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		<title>Samba, trabalho e oportunidades</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 21:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cida Frias</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2009/12/juventude-que-samba-revista-afro-22.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1055" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2009/12/juventude-que-samba-revista-afro-22-300x225.jpg" alt="juventude-que-samba-revista-afro (2)" width="300" height="225" /></a>Nem só de carnaval vive a Portela. A escola de samba mais premiada do carnaval carioca abre as portas da quadra para atender e capacitar jovens entre 16 e 29 anos, que vivem em situação de risco social e em comunidades pobre, principalmente da região de Madureira e Oswaldo Cruz, onde fica a sede da agremiação.</p>
<p>Chamado de “Juventude que Samba, Trabalha e é Feliz” o projeto oferece qualificação profissional em atividades voltadas para a chamada “indústria do carnaval” onde os jovens se especializam em cursos na área artística. São oficinas de modelagem, escultura em isopor, espuma, laminação, corte e costura, pintura, adereçaria, maquiagem artística e confecção de fantasias. O principal objetivo é capacitar jovens  para o mercado de trabalho e aumentar a auto estima, mostrando que o jovem tem um papel importante dentro da sociedade.</p>
<p>A iniciativa recebe o apoio da Petrobras e tem como coordenadora a primeira dama da Portela Val Carvalho. Além do Juventude, a escola também oferece oportunidade para adolescentes nas áreas de música e dança, através do projeto  “A gente quer Arte”. A Portela quer levar nota dez no quesito responsabilidade social, buscando com suas ações uma sociedade melhor, com mais oportunidades.</p>
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		<title>De Vigário Geral para o mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 20:32:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cida Frias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há 16 anos implantando projetos sócio-culturais em comunidades carentes do Rio de Janeiro, o Grupo Afro Reggae tem uma trajetória de sucesso. O grupo nasceu na Favela de Vigário Geral, um mês após o local ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2009/11/AfroReggae-revista-afro1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1001" title="AfroReggae-revista-afro" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2009/11/AfroReggae-revista-afro1.jpg" alt="AfroReggae-revista-afro" width="300" height="250" /></a>Há 16 anos implantando projetos sócio-culturais em comunidades carentes do Rio de Janeiro, o Grupo Afro Reggae tem uma trajetória de sucesso. O grupo nasceu na Favela de Vigário Geral, um mês após o local ser palco de uma das chacinas mais sangrentas do Rio, onde 21 pessoas, mesmo sem ter envolvimento com tráfico, foram assassinadas. O começo como todo projeto solitário e de iniciativa pessoal foi difícil, mas seu idealizador José Junior não desistiu.</p>
<p>Inicialmente, foi lançado um jornal que difundia a cultura afro-brasileira na comunidade. Mas o coordenador executivo pretendia intervir na favela com projetos sociais mais eficazes que envolvessem os jovens e os afastassem definitivamente do tráfico e do subemprego. Foi aí que o grupo começou a oferecer oficinas. Com a ajuda da Associação de Moradores, que cedia o local para os encontros, o grupo começou a ensinar percussão, reciclagem de lixo, capoeira e outras danças afros. Os jovens da comunidade aderiram em massa.</p>
<p>Hoje, o Afro Reggae se expandiu e está presente em mais oito comunidades: Parada de Lucas, Cantagalo, Pavão-Pavãozinho, Complexo do Alemão, Morro do Estado, Honório Gurgel, Paciência e Parque Arará. Assim como os locais, as oficinas também se ampliaram. Agora os jovens têm acesso a técnicas de circo, tai chi chuan, informática, alfabetização de adultos e aulas de teatro. Além dessa presença em comunidades, o grupo faz abertura de shows e apresentações internacionais com jovens e promove ainda atividades para a terceira idade.</p>
<p>Dentre todas as atividades artísticas desenvolvidas, a música tem sido o instrumento mais eficaz para atrair os jovens. Inclusive há um grupo formado só por meninas, o Akoni. Todos esses projetos não se limitam ao estado do Rio. O Afro Reggae tem parcerias espalhadas por todo o país e no mundo, onde as bandas e grupos circenses se apresentam.</p>
<p>A trajetória do grupo foi contada em livro pelo próprio Coordenador José Junior, “Da Favela para o Mundo”, em um documentário “Nenhum Motivo Explica a Guerra” e transformada em filme, sob o título “Favela Rising”.</p>
<p>Depois da perda de um dos seus coordenadores, Evandro João Silva, justamente por conta da violência, um assalto sofrido no Centro do Rio, em outubro, o Grupo Afro Reggae continua tocando seus projetos para afastar crianças do narcotráfico. Mais convencido ainda de que esse quadro precisa mudar. Os resultados alcançados durante esses anos nas comunidades do Rio comprovam o sucesso da iniciativa, que não pode parar.</p>
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		<title>Fundição de Paz e Progresso</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 22:45:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cida Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2009/09/fundiçao_progresso_revista_afro.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-785" title="fundiçao_progresso_revista_afro" src="http://www.revistaafro.com.br/portal/wp-content/uploads/2009/09/fundiçao_progresso_revista_afro-300x252.jpg" alt="fundiçao_progresso_revista_afro" width="300" height="252" /></a>Além de abrigar shows e festas do Rio de Janeiro, a Fundição Progresso tem o projeto sócio-cultural Núcleo de Educação e Cultura Fundição de Paz e Progresso (NEC). A casa oferece, através deste trabalho, oficinas de música, teatro, graffiti, circo, filosofia e cenografia para alunos de 1º e 2º anos do ensino médio, estudantes de escolas da Rede Pública de Ensino.</p>
<p>A segunda edição do NEC foi iniciada em agosto desde ano, com diversas oficinas de seis meses de duração, contando com 70 alunos selecionados. A proposta deste projeto é estabelecer uma ponte entre esses jovens e o Centro Cultural, apresentando-os a produtos culturais, identificando aptidões, desenvolvendo talentos, até encaminhá-los ao processo de profissionalização na área do entretenimento cultural.</p>
<p>Quando os alunos chegam ao final do curso, há uma Mostra de Artes Integradas, que apresenta ao público e a seus familiares o resultado do trabalho desenvolvido, encerrando o ciclo das oficinas e fazendo com que a experiência com a arte seja completa. Esta proposta incentiva a formação de novos perfis de públicos e profissionais.</p>
<p><span style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'">Para informações sobre o NEC entre em contato através do email <a href="mailto:arteeducacao@fundicao.org"><span style="COLOR: windowtext">arteeducacao@fundicao.org</span></a> ou acesse o site http://www.fundicaoprogresso.com.br</span></p>
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